PLANO MUNCIPAL DE SAÚDE DE CORUMBATAÍ DO SUL 2022-2025 Alexandre Donato Prefeito Municipal Elias Fernandes Silva Vice-Prefeito Andréia Palombarine dos Santos Donato Secretária Municipal de Saúde Coordenador da Vigilância Epidemiológica Michelli Marques Pivovar Coordenador da Vigilância Sanitária Patrícia Fonseca Carvalho Coordenador da Atenção Básica Alan José Sena Coordenador da Odontologia Tais Poliana Ignez Coordenador de Urgência e Emergência Rosana Galli do Couto Ozair Severino da Silva Presidente do Conselho Municipal de Saúde MEMBROS DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE ? 2021 Mesa Diretora: Presidente: Ozair Severino da Silva Vice-Presidente: Estevan Rezende Secretário: Lorraine da Silva Bonifácio Vice Secretária: Ester Themistócles Campos Representação Titular Suplente Segmento Gestão Pública Beatris de Oliveira Marques Juscileno Raimundo dos Santos Segmento Gestão Pública Zilmara Tatiane de Camargo Irenilson Pereira de Oliveira Segmento Gestão Pública Jeniffer Silva de Oliveira Rui Bernardo de Oliveira Trabalhador da Saúde Ester Themistocles Campos Antônio Sergio da Silva Trabalhador da Saúde Marcia Apª da Silva Sanches Rodrigo Duenhas Trabalhador da Saúde Rosália Maria Silvana da Silva Rosilda Severino de Oliveira Usuários do SUS Ozair Severino da Silva José Geraldo de Oliveira Usuários do SUS Olavo Aparecido Luciano Carlos Alves de Souza Usuários do SUS Lorraine Aparecida Bonifácio Luciene Marques de Almeida Usuários do SUS Estevan Rezende Noel Donizete de Oliveira Usuários do SUS Agostinho Ferreira Pires José Pereira Neto Usuários do SUS Manoel Antunes Siqueira Irene Daher Aguiar SUMÁRIO ANEXO I ? Dados Demográficos e Socioeconômicos. ANEXO II ? Principais Causas de Mortalidade. ANEXO III ? Internações Hospitalares ANEXO IV ? Informações sobre Nascimento ANEXO V ? Produção Ambulatorial. Perfil Assistencial ANEXO A: Atenção Primária ANEXO B: Atenção Secundária e Terciária ANEXO C: Vigilância em Saúde ANEXO D: Assistência Farmacêutica ANEXO E: GESTÃO Descrição de programas e Projetos do Governo Federal, Estadual e Municipal. Quadro de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores de Saúde para 2022-2025 MAPA DA SAÚDE - ANÁLISE DE SITUAÇÃO. A Análise de Situação de facilita a identificação de necessidades e prioridades, bem como a identificação de intervenções e programas adequados e a avaliação do seu impacto na saúde (OPAS, 1999). É um processo analítico e sintéticos que permitem caracterizar, medir e explicar o perfil de saúde-doença de uma população, incluindo os agravos e problemas de saúde, assim como seus determinantes, (OPAS, 1999). Objetivo geral da análise de situação de saúde (CALVO, 2004) Entender as causas e consequências das diferenças dos problemas de saúde na comunidade. Dados Demográficos e Socioeconômicos População Residente - Paraná População residente por Região de Saúde/Município e Ano Região de Saúde (CIR): 41011 11ª RS Campo Mourão Período:2000-2012 Região de Saúde/Município 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 ..... Corumbataí do Sul 4946 4755 4590 4424 4255 3884 3695 3504 4291 4221 4002 3930 3860 Fonte: Data SUS - Tabe Net População Residente - Paraná População residente por Região de Saúde/Município e Faixa Etária Região de Saúde (CIR): 41011 11ª RS Campo Mourão Faixa Etária: 0 a 4 anos não detalhado, Menor 1 ano, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49 anos, 50 a 59 anos, 60 a 69 anos, 70 a 79 anos, 80 anos e mais, Idade ignorada Período:2000 Região de Saúde/Município Men or 1 ano 1 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 70 a 79 anos 80 anos e mais Masc ulino Femi nino Total ..... Corumbataí do Sul 63 312 496 608 611 718 694 510 459 304 135 36 2660 2286 4946 Fonte: Data SUS - Tabe Net População Residente - Paraná População residente por Região de Saúde/Município e Faixa Etária Região de Saúde (CIR): 41011 11ª RS Campo Mourão Faixa Etária: 0 a 4 anos não detalhado, Menor 1 ano, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49 anos, 50 a 59 anos, 60 a 69 anos, 70 a 79 anos, 80 anos e mais, Idade ignorada Período:2012 Região de Saúde/Município Meno r 1 ano 1 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 70 a 79 anos 80 anos e mais Masc ulino Femi nino Total ..... Corumbataí do Sul 31 184 305 336 370 504 533 558 439 339 192 69 1958 1902 3860 Fonte: Data SUS - Tabe Net O esvaziamento populacional é um problema recorrente em inúmeros municípios situados no estado do Paraná. O fato fica evidente ao observarmos os dados obtidos nos censos demográficos realizados entre 2000 e 2010/2012, que demonstraram a redução de população de 44946 em 2000 para 3860 em 2012, ou seja uma redução de 21,22%. O decréscimo de população significa redução nas transferências feitas pela União, dificultando ainda mais o desenvolvimento econômico e social. Pirâmide Etária, 2000, 2010, 2019 no Brasil Pirâmide Etária, no Paraná, 2010, 2030 No Estado do Paraná, os municípios com até cinco mil habitantes, faixa em que está Corumbataí do Sul, de um total de 98 municípios, 65 apresentaram crescimento geométrico da população negativo, a redução de população é um problema sério pois municípios de até 5 mil habitantes são fortemente dependentes de recursos financeiros transferidos pela União e tem pequena capacidade de gerar recursos próprios. População por Situação , 2000- 2010. População Residente - Paraná População residente por Região de Saúde/Município e Faixa Etária Região de Saúde (CIR): 41011 11ª RS Campo Mourão Período: 2000 2010 Região de Saúde/Município 2000 2012 Urbana Rural Total Urbana Rural Total ..... Corumbataí do Sul 4946 3860 2127 1875 4002 1998 2948 4946 Fonte: Data SUS - Tabe Net 3 ? Índice de envelhecimento: 1. Índice de envelhecimento: Número de pessoas de 60 e mais anos de idade, para cada 100 pessoas menores de 15 anos de idade, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado (RIPSA, 2012) 1 . 2. Vá ao quadro preenchido na questão anterior e busque as informações: a. Nº de pessoas com 60 anos e mais de idade; b. Nº de pessoas com menos de 15 anos de idade. 3. Fórmula de cálculo: Nº de pessoas com 60 anos e mais de idade x 100 Nº de pessoas com menos de 15 anos de idade 1 RIPSA. Rede Interagencial de Informação para a Saúde. Indicadores básicos para a saúde no Brasil: conceitos e aplicações. 2.ed. Brasília: OPAS, 2012. População Residente - Paraná População residente por Região de Saúde/Município e Ano Região de Saúde (CIR): 41011 11ª RS Campo Mourão Faixa Etária 60 anos ou + 15 anos ou - Índice de envelhecimento Período ano ano Região de Saúde/Município 2000 2012 2000 2012 2000 2012 ..... Corumbataí do Sul 475 600 2090 1226 23% 49% Fonte: Data SUS - Tabe Net As novas projeções demográficas ONU (revisão 2019) deixaram claro que o processo de envelhecimento populacional caminha de maneira muito mais acelerada no Brasil. Uma forma de aferir quantitativamente o envelhecimento populacional é por meio do Índice de Envelhecimento (IE) que mede a relação entre a população idosa e a população jovem de 0 a 15 anos de idade. A linha que divide a população adulta da população idosa varia historicamente, no espaço e no tempo, pois há diversos critérios para definir a linha base do envelhecimento. A tabela acima mostra o Índice de Envelhecimento em Corumbataí do Sul entre 2000 e 2012. Distribuição da população por faixa etária (sem censo, Estimativa); População Residente - Estudo de Estimativas Populacionais por Município, Idade e Sexo 2000-2020 - Brasil População residente por Município e Faixa Etária 1 Faixa Etária 1: 0 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49 anos, 50 a 59 anos, 60 a 69 anos, 70 a 79 anos, 80 anos e mais Período:2020 Município 0 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 70 a 79 anos 80 anos e mais Total 410655 Corumbataí do Sul 180 180 155 162 421 409 462 480 339 230 109 3127 Fonte: Data SUS - Tabe Net Proporção da população por faixa etária: População Residente - Estudo de Estimativas Populacionais por Município, Idade e Sexo 2000-2020 - Brasil População residente por Município e Sexo Sexo: Masculino, Feminino Período:2020 Município Masculino Feminino Total 410655 Corumbataí do Sul 1532 1595 3127 Fonte: Data SUS - Tabe Net A estimativa populacional para o município de Corumbataí, diverge dos cadastros no sistema municipal de saúde. A estimativa populacional é realizada pelos estatísticos do IBGE. O cálculo é baseado em modelagens matemáticas que levam em conta a variação populacional entre um censo e outro (2000 / 2010), a taxa de crescimento do Estado e os registros civis de nascimentos e mortes. Se o município teve uma taxa de crescimento negativa em um ano, a tendência é que isso se repita nos anos seguintes. ANEXO II: Principais Causas de Mortalidade Mortalidade Geral por ano 2005-2020 Óbitos - Paraná - A partir de 1999 Total por Mun RS Residência PR e Ano do Óbito Período:2005-2020 Mun RS Residência PR 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Total Corumbataí do Sul 28 17 23 26 26 33 31 29 27 35 24 35 28 29 38 44 473 Fonte SIM - Tabnet SESA PR Mortalidade Geral por Capítulo CID 10 (2019) Óbitos - Paraná - A partir de 1999 Total por Mun RS Residência PR e Causa (Cap CID10) Mun RS Residência PR: Causa (Cap CID10): Período:2019 Mun RS Resid ência PR I. Algu mas doen ças infecc iosas e paras itária s II. Neop lasias (tum ores) III. Doe nça s san gue órg ãos he mat e tran st imu nitá r IV. Doen ças endóc rinas nutric ionais e meta bólica s V. Transtor nos mentais e comport amentais VI. Doe nça s do sist em a ner vos o IX. Doen ças do apare lho circul atóri o X. Doen ças do apare lho respir atóri o XI. Doe nças do apar elho dige stiv o XII. Doen ças da pele e do tecid o subcu tâneo XIII.Do enças sist osteom uscular e tec conjunt ivo XIV. Doenç as do aparel ho genitu rinário XVI. Algu mas afec origi nada s no perío do perin atal XVII.Ma lf cong deformi d e anomali as cromoss ômicas XVIII. Sint sinai s e acha d anor m ex clín e labor at XIX. Les ões env en e alg out con seq cau sas ext ern as XX. Causa s exter nas de morbi dade e morta lidade T o ta l Coru mbat aí do Sul 1 5 0 4 0 2 17 2 2 0 0 1 1 0 1 0 2 3 8 Mortalidade Geral por Capítulo CID 10 (2020) Óbitos - Paraná - A partir de 1999 Total por Mun RS Residência PR e Causa (Cap CID10) Mun RS Residência PR: Causa (Cap CID10): Período:2020 Mun RS Resid ência PR I. Algu mas doen ças infecc iosas e paras itária s II. Neop lasias (tum ores) III. Doe nça s san gue órg ãos he mat e tran IV. Doen ças endóc rinas nutric ionais e meta bólica s V. Transtor nos mentais e comport amentais VI. Doe nça s do sist em a ner vos o IX. Doen ças do apare lho circul atóri o X. Doen ças do apare lho respir atóri o XI. Doe nças do apar elho dige stiv o XII. Doen ças da pele e do tecid o subc utân eo XIII.Do enças sist osteom uscular e tec conjunt ivo XIV. Doenç as do aparel ho genitu rinário XV. Grav idez part o e puer péri o XVI. Algu mas afec origi nada s no perí odo peri natal XVII.Ma lf cong deformi d e anomali as cromoss ômicas XVIII. Sint sinai s e acha d anor m ex clín e labor at XX. Causa s exter nas de morbi dade e morta lidade T o ta l st imu nitá r Coru mbat aí do Sul 3 8 0 3 1 2 15 4 1 0 1 2 0 1 0 1 2 4 4 Fonte Tabnet SESA PR De acordo com o Ministério da Saúde (Brasil, 2015), a mudança do perfil epidemiológico do Brasil, nos últimos anos, pode ser expressa pela permanência das doenças do aparelho circulatório como principal causa de morte, pela diminuição da importância das doenças infecciosas e parasitárias e, principalmente, pelo crescimento das neoplasias e das causas externas, como ocorre também no município de Corumbataí do Sul. Foram observadas melhoras marcantes em alguns indicadores de saúde, como a redução da mortalidade infantil e de doenças infecciosas e parasitárias. Óbito infantil - (série histórica) Óbitos - Paraná - A partir de 1999 Total por Mun RS Residência PR e Ano do Óbito Mun RS Residência PR: Faixa Etária (5): <1 Ano Período:2005-2020 Mun RS Residência PR 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Tota l Corumbataí do Sul 0 1 0 2 0 0 1 2 0 1 1 1 0 0 1 0 10 Fonte Tabnet SESA PR Óbito Infantil, Neo natal, neo natal precoce (2019 - 2020) Óbitos - Paraná - A partir de 1999 0 0.5 1 1.5 2 2.5 2005200620072008200920102011201220132014201520162017201820192020 Óbito Infantil Total por Mun RS Residência PR e Fx.Etár.Infant.1 Mun RS Residência PR: Faixa Etária (5): <1 Ano Fx.Etár.Infant.1: < 7 dias, 7-27 dias, 28d-<1ano, Ign <1 ano Período:2019 - 2020 2019 2020 Mun RS Residência PR < 7 dias 7-27 dias 28d- <1ano Total < 7 dias 7-27 dias 28d-<1ano Total Corumbataí do Sul 0 1 0 1 0 0 0 0 Fonte Tabnet SESA PR Óbito Fetal (série histórica) Óbitos - Paraná - A partir de 1999 Total por Mun RS Residência PR e Ano do Óbito Mun RS Residência PR: Tipo de Óbito: Fetal Período:2005-2020 Mun RS Residência PR 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Tota l Corumbataí do Sul 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 3 Fonte Tabenet SESA PR Óbito Infantil e fetal por tipo de Gravidez 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 2005200620072008200920102011201220132014201520162017201820192020 Óbito Fetal Óbitos - Paraná - A partir de 1999 Total por Mun RS Residência PR e Gravidez Mun RS Residência PR: 1 Gravidez: Ignorado, Única, Dupla, Tripla e mais, Nao informado Período: 2019 2020 Mun RS Residência PR Única Dupla Tripla e mais Não informad o Total Única Dupla Não informad o Total Corumbataí do Sul 1 0 0 37 38 1 0 43 44 Fonte Tabnet SESA PR Óbito Infantil e fetal por tipo de parto Óbitos - Paraná - A partir de 1999 Total por Mun RS Residência PR e Tipo Parto Mun RS Residência PR: Tipo Parto: Vaginal, Cesário, Não Informado, Ignorado Período:2018 Período:2019 Período:2020 Mun RS Residência PR Vaginal Cesário Não Informa do Total Vaginal Cesário Não Informa do Total Vaginal Cesário Não Informa do Total Corumbataí do Sul 0 0 29 29 0 1 37 38 1 0 43 44 Fonte SIM Tabet Net SESA PR Óbito Infantil e fetal por idade da Mãe Óbitos - Paraná - A partir de 1999 Total por Mun RS Residência PR e Idade Mãe Mun RS Residência PR: Idade Mãe: 10-14, 15-19, 20-24, 25-29, 30-34, 35-39, 40-44, 45-49, 50e+, Ign Período:2019 Período:2020 Mun RS Residência PR 10 a 14 15-20 21-30 31-40 Nao informa do Total 15-20 21-30 31-40 41-50 Nao informa do Total Corumbataí do Sul 0 0 1 0 37 38 0 1 0 0 43 44 Fonte SIM tab net SESA PR Óbito Geral por raça/cor (2018-2020) Óbitos - Paraná - A partir de 1999 Total por Mun RS Residência PR e Raça /Cor Mun RS Residência PR: Raça /Cor: Branca, Preta, Amarela, Parda, Indígena, Não informado, Ignorado Período:2018 Período:2019 Período:2020 Mun RS Resid ência PR Bra nca Pret a Ama rela Par da Não infor mad o Tota l Bra nca Pret a Ama rela Par da Indí gen a Não infor mad o Tota l Bra nca Pret a Ama rela Par da Indí gen a Não infor mad o Tot al Coru mbat aí do Sul 15 5 0 9 0 29 20 3 0 13 1 1 38 29 3 0 10 1 1 44 Fonte SIM Tab Net SESA PR AS tabelas acima apresentam um alto controle na mortalidade infantil no município de Corumbataí do Sul, entre vários fatores está o trabalho da estratégia Saúde da Família (PSF) que vem trabalhando na reorganização atenção Básica de Saúde, buscando a complexa integração de ações individuais, coletivas, curativas, preventivas e de promoção em saúde, com o propósito de propiciar o enfrentamento e a resolução dos problemas de saúde identificados em nossa população. Esta tendência de queda da mortalidade infantil é monitorada principalmente em relação a redução dos óbitos no período neonatal e pós-neonatal. ANEXO III: Internações hospitalares Internações gerais por ano (2010-2020) Procedimentos hospitalares do SUS - por local de residência - Paraná Internações por Região de Saúde/Município e Ano atendimento Região de Saúde (CIR): 41011 11ª RS Campo Mourão Período:2010-2020 Região de Saúde/M unicípio 201 0 201 1 201 2 201 3 201 4 201 5 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 Total ..... CORUMB ATAI DO SUL 328 278 307 374 529 440 369 367 396 358 218 3975 Fonte SIH Tab Net data sus Número de Internações por estabelecimento x Local de residência (2019) Procedimentos hospitalares do SUS - por local de residência - Paraná Município: 410655 Corumbataí do Sul Período:2019 Estabelecimen to AIH_a provad as Interna ções Valor_total Valor_serviços _hospitalares Valor_serviços _profissionais Valor_médi o_AIH Valor_médio _intern Dias_perma nência Média_perm anência Óbit os Taxa_mort alidade 0013633 HOSPITAL ANGELINA CARON 7 7 56320,09 42660,63 13659,46 8045,73 8045,73 55 7,9 1 14,29 0013846 HOSPITAL DO ROCIO 3 3 5210,91 4973,29 237,62 1736,97 1736,97 8 2,7 - - 0014109 HOSPITAL SANTA CASA DE MISERICORDI A 106 106 116403,7 92756,5 23647,19 1098,15 1098,15 424 4 11 10,38 0014125 CENTER CLINICAS 69 69 105565,7 87964,52 15784,02 1529,94 1529,94 159 2,3 3 4,35 0015334 HOSPITAL SANTA CASA DE CURITIBA 9 9 63162,01 45625,84 17536,17 7018 7018 68 7,6 2 22,22 0015407 HOSPITAL UNIVERSITARI O CAJURU 2 2 2813,78 2290,47 523,31 1406,89 1406,89 7 3,5 - - 0018384 ASJA 1 1 732,07 641,04 91,03 732,07 732,07 12 12 - - 2384299 COMPLEXO HOSPITAL DE CLINICAS 1 1 1719,16 1639,71 79,45 1719,16 1719,16 9 9 - - 2573504 HOSPITAL REGIONAL DO VALE DO IVAI 13 5 17500,15 15398,5 2101,65 1346,17 3500,03 250 50 - - 2576198 IRMANDADE SANTA CASA DE 1 1 295,75 162,47 133,28 295,75 295,75 1 1 - - ARAPONGAS 2576341 HONPAR HOSPITAL NORTE PARANAENSE 12 12 127295,9 115924 11371,85 10607,99 10607,99 69 5,8 - - 2586169 HOSPITAL DO CANCER DE MARINGA 2 2 9099,72 7114,43 1985,29 4549,86 4549,86 4 2 1 50 2587289 HOSPITAL PSIQUIATRICO DE MARINGA HPM 4 4 741 647,14 93,86 185,25 185,25 92 23 - - 2590182 INSTITUTO LUCENA SANCHEZ 12 12 17393,9 14742,41 2651,49 1449,49 1449,49 46 3,8 - - 2590727 HOSPITAL BOM JESUS 1 1 946,11 769,66 176,45 946,11 946,11 2 2 - - 2594714 SANTA CASA DE MARINGA HOSPITAL E MAT M AUXILIADORA 1 1 600 600 - 600 600 - - - - 2733390 HOSPITAL MATERNIDAD E SAO LOURENCO LTDA 22 22 11619,71 6853,4 4766,31 528,17 528,17 33 1,5 - - 2735970 SANTA CASA DE MISERICORDI A DE GOIOERE 2 2 1361,02 863,36 497,66 680,51 680,51 4 2 - - 2781859 HOSPITAL UNIVERSITARI O REGIONAL 3 3 51276,62 50034 1242,62 17092,21 17092,21 26 8,7 1 33,33 DO NORTE DO PARANA 2825589 METROPOLITA NA DE SARANDI 3 3 13833,95 12365,56 1468,39 4611,32 4611,32 19 6,3 - - 3075516 HOSPITAL SAO VICENTE 1 1 435,44 375,74 59,7 435,44 435,44 4 4 - - 3587010 HOSPITAL MUNICIPAL ARNALDO CONEGLIAN 79 79 33315,74 28026,01 5289,73 421,72 421,72 200 2,5 1 1,27 5412293 HOSPITAL MUNICIPAL DE SAO JOAO DO IVAI 1 1 218,68 188 30,68 218,68 218,68 3 3 - - 7413432 INSTITUTO MADALENA SOFIA 1 1 624,31 334,65 289,66 624,31 624,31 - - - - 7845138 UOPECCAN FILIAL UMUARAMA 3 3 2492,49 1645,63 846,86 830,83 830,83 5 1,7 - - Total 359 351 640977,9 534597 104563,7 1785,45 1826,15 1500 4,3 20 5,7 Fonte SIH Tab Net data sus Internação hospitalar por caráter de atendimento (2019/2020) Região de Saúde (CIR): 41011 11ª RS Campo Mourão Procedimentos hospitalares do SUS - por local de residência - Paraná Caráter atendimento: Eletivo, Urgência, Acidente no local trabalho ou a serv da empresa, Acidente no trajeto para o trabalho, Outros tipo de acidente de trânsito, Out tp lesões e envenen por agent quím físicos Internações por Região de Saúde/Município e Caráter atendimento Período:2019 Período:2020 Região de Saúde/Município Eletiv o Urgê ncia Outr os ac trab Outra s caus ext Total Eletiv o Urgê ncia Outr os ac trab Outra s caus ext Total ..... CORUMBATAI DO SUL 59 292 - - 351 30 208 1 - 239 Fonte SIH Tab Net data sus Internações por Sub Grupo de Procedimento - Série Histórica Regionais Procedimentos hospitalares do SUS - por local de residência - Paraná Internações por Subgrupo proced. e Ano atendimento Município: 410655 Corumbataí do Sul Subgrupo proced.: Período:2015-2020 Subgrupo proced. 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Total 0201 Coleta de material - - - - 1 - 1 2 0209 Diagnóstico por endoscopia - 1 2 2 1 1 1 8 0211 Métodos diagnósticos em especialidades - - - - 1 1 - 2 0301 Consultas / Atendimentos / Acompanhamentos - 9 15 19 16 13 12 84 0303 Tratamentos clínicos (outras especialidades) 35 273 206 183 176 156 82 1111 0304 Tratamento em oncologia 1 6 10 11 21 10 24 83 0305 Tratamento em nefrologia 3 6 6 7 7 16 3 48 0308 Tratamento de lesões, envenenamentos e outros, decorrentes de causas externas 1 3 4 1 4 4 4 21 0310 Parto e nascimento 2 11 15 10 7 6 5 56 0401 Pequenas cirurgias e cirurgias de pele, tecido subcutâneo e mucosa - 2 5 3 1 2 1 14 0402 Cirurgia de glândulas endócrinas - - - - - - 1 1 0403 Cirurgia do sistema nervoso central e periférico - 3 - 8 7 2 1 21 0404 Cirurgia das vias aéreas superiores, da face, da cabeça e do pescoço - 1 - 1 2 1 2 7 0405 Cirurgia do aparelho da visão - 5 7 1 3 - - 16 0406 Cirurgia do aparelho circulatório 2 18 16 13 28 16 6 99 0407 Cirurgia do aparelho digestivo, orgãos anexos e parede abdominal - 30 8 16 23 25 7 109 0408 Cirurgia do sistema osteomuscular 2 25 25 31 27 18 21 149 0409 Cirurgia do aparelho geniturinário - 13 18 12 14 16 4 77 0410 Cirurgia de mama - 1 - - - - - 1 0411 Cirurgia obstétrica 2 13 12 15 30 31 16 119 0412 Cirurgia torácica - 3 1 1 2 2 - 9 0413 Cirurgia reparadora - - 3 - - - - 3 0415 Outras cirurgias - 7 12 25 17 22 17 100 0416 Cirurgia em oncologia 1 10 4 8 7 6 9 45 0503 Ações relacionadas à doação de orgãos e tecidos para transplante 1 - - - - 5 - 6 0505 Transplante de orgãos, tecidos e células - - - - - 1 1 2 0506 Acompanhamento e intercorrências no pré e pós- transplante - - - - 1 4 - 5 Total 50 440 369 367 396 358 218 2198 Fonte SIH Tab Net Data sus Internações por Capítulo CID10 (2010-2020) Fonte SIH Tab Net data sus Internações por Faixa Etária - (2019) Morbidade Hospitalar do SUS - por local de residência - Paraná Internações por Capítulo CID-10 e Ano atendimento Município: 410655 Corumbataí do Sul Capítulo CID-10: I. Período:2016-2020 Capítulo CID-10 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Total I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias 2 23 7 10 12 8 62 II. Neoplasias (tumores) 1 23 27 43 25 40 159 III. Doenças sangue órgãos hemat e transt imunitár 1 4 3 3 4 5 20 IV. Doenças endócrinas nutricionais e metabólicas - 12 12 12 15 3 54 V. Transtornos mentais e comportamentais - 19 19 16 12 12 78 VI. Doenças do sistema nervoso 1 2 15 7 4 3 32 VII. Doenças do olho e anexos - 7 1 2 - 1 11 IX. Doenças do aparelho circulatório 12 74 72 82 63 26 329 X. Doenças do aparelho respiratório 5 52 58 50 35 23 223 XI. Doenças do aparelho digestivo 4 31 30 32 27 17 141 XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo - 2 3 1 3 1 10 XIII.Doenças sist osteomuscular e tec conjuntivo - 11 13 10 9 3 46 XIV. Doenças do aparelho geniturinário 2 33 30 30 47 11 153 XV. Gravidez parto e puerpério - 34 29 40 42 23 168 XVI. Algumas afec originadas no período perinatal - 1 3 6 7 1 18 XVII.Malf cong deformid e anomalias cromossômicas - - 4 2 1 2 9 XVIII.Sint sinais e achad anorm ex clín e laborat 1 3 1 13 11 7 36 XIX. Lesões enven e alg out conseq causas externas 2 37 39 32 36 32 178 XXI. Contatos com serviços de saúde - 1 1 5 5 - 12 Total 31 369 367 396 358 218 1739 Morbidade Hospitalar do SUS - por local de residência - Paraná Internações por Capítulo CID-10 e Faixa Etária 1 Município: 410655 Corumbataí do Sul Capítulo CID-10: I. Faixa Etária 1: Menor 1 ano, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49 anos, 50 a 59 anos, 60 a 69 anos, 70 a 79 anos, 80 anos e mais, Idade ignorada Período:2019 Capítulo CID-10 Menor 1 ano 1 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 70 a 79 anos 80 anos e mais Tot al Cap 1 1 1 1 - - - - - 2 - 3 2 10 Cap 2 - - - - - 7 - 5 5 3 5 2 27 Cap 3 - - - - - 1 - 1 - 1 1 - 4 Cap 4 - - - - - - 2 1 5 - 5 3 16 Cap 5 - - - - - 7 1 1 1 - - - 10 Cap 6 - - - - - - 1 1 - - 1 - 3 Cap 9 - - - - 1 2 3 4 14 7 25 11 67 cap 10 4 1 1 - 1 1 1 - 1 4 9 11 34 Cap 11 - - 1 1 1 2 3 5 5 4 5 1 28 Cap 12 1 - - - - - - - - - 1 - 2 Cap 13 - - - - - - 1 1 5 1 1 - 9 Cap 14 - 1 1 1 8 2 3 6 9 2 10 1 44 Cap 15 - - - 1 14 17 7 1 - - - - 40 Cap 16 7 - - - - - - - - - - - 7 Cap 17 - - - - - - - - - - 1 - 1 Cap 18 - - - 1 1 1 2 1 3 - 1 - 10 Cap 19 1 1 1 2 1 6 6 6 5 - 3 2 34 Cap 21 - - - - 2 - 1 1 - - 1 - 5 Total 14 4 5 6 29 46 31 34 55 22 72 33 351 Morbidade Hospitalar do SUS - por local de residência - Paraná Internações por Capítulo CID-10 e Faixa Etária 1 Município: 410655 Corumbataí do Sul Capítulo CID-10: I. Faixa Etária 1: Período:2020 Capítulo CID-10 Menor 1 ano 1 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 70 a 79 anos 80 anos e mais Tot al Cap 1 - - - 1 - 1 - - 1 2 4 1 10 Cap 2 - - - - - 2 2 1 9 15 8 4 41 Cap 3 - - - - - 1 - - - 3 1 - 5 Cap 4 - - - - - - - - 2 - 1 - 3 Cap 5 - - - - - 7 2 4 - 1 - - 14 Cap 6 - 1 1 - - - - 1 - 1 - - 4 Cap 7 - - - - - - - - - - 1 - 1 Cap 9 - - - - - - 1 - 4 8 11 4 28 Cap 10 2 1 1 - - - 2 2 4 4 3 6 25 Cap 11 - 2 1 1 - 1 - 4 1 1 5 1 17 Cap 12 - - - 1 - - - 1 - - - - 2 Cap 13 - - - - - - 1 1 1 - - - 3 Cap 14 - - 1 - - 3 4 1 2 3 1 - 15 Cap 15 - - - 1 3 12 8 1 - - - - 25 Cap 16 1 - - - - - - - - - - - 1 Cap 17 - 2 - - - - - - - - - - 2 Cap 18 - - - - 3 - - - - 4 - 1 8 Cap 21 - 2 1 - 3 4 7 - 5 1 5 7 35 Total 3 8 5 4 9 31 27 16 29 43 40 24 239 Fonte: Ministério da Saúde - Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) Em Corumbataí do Sul tabela de morbidade hospitalar por doenças do aparelho circulatório, Neoplasia e doenças do aparelho respiratório são as 3 principais causas de internação, esta causas tem muita influência relacionada ao comportamento e o estilo de vida das pessoas e o aumento dessas causas é esperado para os próximos anos. Dessa forma, a importância da inclusão dos fatores ambientais, o desenvolvimento socioeconômico, o processo de urbanização e seu impacto sobre o estilo de vida das populações começaram a ser levados em consideração nos trabalhos da saúde. Os gastos com as internações por DAC no Brasil são elevados, superando a média para outras doenças e levando o Sistema Único de Saúde (SUS) a adotar medidas para reduzi-las. No município de Corumbataí do Sul, em 2019 e 20, foram registrados 95 internações por doenças do aparelho circulatório somando hospitais públicos e privados, representando cerca de 16,10% de todas as internações no município para estes dois anos. Em relação aos custos com essas doenças, estes tem atingido patamares cada vez mais elevados. A população idosa de Corumbataí do sul é a mais atingida pelas 3 principais causa de internação nos anos de 2019 e 2020 devendo foco de intervenção em ações e serviços. ANEXO IV: Informações sobre nascimento. Nascimento - Série Histórica (2010-2020) Nascidos Vivos - Paraná - A partir de 1999 Nascido por Município Residência -PR e Ano do Nascimento Regional/Município PR: 11. Período:2010-2020 Município Residência -PR 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Total 410655 Corumbataí do Sul 43 45 42 34 34 40 53 40 63 45 25 464 Tab Net SESA PR - SINASC Os números de nascido vêm reduzindo a cada ano que passa, isso se deve a redução da população e do numero da taxa de natalidade. A atenção primária em Saúde em Corumbataí do Sul vem conseguindo a cada anos que melhores resultados nas ações materno e infantil, assim a manutenção dessas ações e objetivos dessa rede são prioridades. Nascimento por faixa etária da Mãe (201-2020) Nascidos Vivos - Paraná - A partir de 1999 Nascido por Município Residência -PR e Faixa Etária da Mãe(7) Regional/Município PR: Faixa Etária da Mãe (7): 10-14, 15-19, 20-29, 30-39, 40-49, 50e+, Ign Período:2019 Período:2020 Município Residência -PR 10a 14 15- 19 20- 29 30- 39 40- 49 50e+ Tota l 10a 14 15- 19 20- 29 30- 39 40- 49 Tota l 410655 Corumbataí do Sul 1 13 17 13 1 0 45 0 2 17 4 2 25 Tab Net SESA PR - SINASC Conseguimos ao longo dos anos reduzir ainda mais os casos de gravidez na adolescência, o Ministério da Saúde e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos trabalham com a campanha: ?Tudo tem seu tempo: Adolescência primeiro, gravidez depois?. Com base em informações de saúde e comportamentais, a proposta é despertar a reflexão e promover o diálogo entre os jovens e as suas famílias em relação ao desenvolvimento afetivo, autonomia e responsabilidade. E, ainda, incentivá-los a buscar orientações nas unidades de saúde sobre as formas de se prevenir. Assim, os adolescentes poderão tomar decisões, de forma mais consciente, sobre a vivência da sua sexualidade, de forma segura, responsável e com conhecimento sobre seu corpo. A ideia é disseminar informações sobre medidas preventivas e educativas que contribuam para a redução da gravidez na adolescência. Nascidos vivos por Escolaridade da Mãe (2019-2020) Nascidos Vivos - Paraná - A partir de 1999 Nascido por Município Residência -PR e Escolaridade Regional/Município PR: 11. Reg. Saúde Campo Mourão, Grau de Instrução: Nenhuma, 1-3 anos, 4-7 anos, 8-11 anos, 12e+, Não informado, Ignorado Período:2019 Período:2020 Município Residência -PR Ne nhu ma 1-3 an os 4-7 an os 8- 11 ano s 1 2 e + Não infor mado Ign ora do T o t a l Ne nhu ma 1-3 an os 4-7 an os 8- 11 ano s 1 2 e + Não infor mado Ign ora do 410655 Corumbataí do Sul 0 1 5 12 7 0 0 2 5 0 1 5 12 7 0 0 Taba Net Sesa PR SINASC Nascimento por semana gestacional (2019-2020) Nascidos Vivos - Paraná - A partir de 1999 Nascido por Município Residência -PR e Duração Gestação Regional/Município PR: 11. Reg. Saúde Campo Mourão, Duração Gestação: Menos de 22, 22-27 semanas, 28-31 semanas, 32-36 semanas, 37-41 semanas, 42e+, Não informado, Ignorado Período:2019 Período:2020 Município Residência - PR Me nos de 22 22- 27 se ma nas 28- 31 se ma nas 32- 36 se ma nas 37- 41 se ma nas 42 e+ Nã o info rm ado Tot al 22- 27 se ma nas 28- 31 se ma nas 32- 36 se ma nas 37- 41 se ma nas 42e + Nã o info rm ado Tot al 410655 Corumbataí do Sul 0 0 0 6 38 1 0 45 0 0 3 21 1 0 25 Fonte Tab Net SESA PR A tabela acima reforça a qualidade que as ESF tem conseguido no acompanhamento pré-natal em um conjunto de condutas que buscam assegurar todas as fases da gestação e do parto com medidas que visam rastrear a fim de impedir doenças e suas complicações fetais e maternas evitando ou diminuir os impactos á saúde de ambos, a assistência pré-natal é uma excelente medida preventiva e se observam os reflexos nas taxas de mortalidade materna e neonatal A Rede Cegonha, programa do Governo Federal, foi implantada para aperfeiçoar o atendimento prestado as gestantes do Brasil, incluindo desde o teste de confirmação de gestação até os dois primeiros anos de vida do bebê, assistindo à gestação, o parto, o pós-parto e o seguimento no crescimento e desenvolvimento do bebê até os dois anos, onde depois a criança é acompanhada pelo Programa de Saúde da Criança e a mãe é acompanhada pelo Programa de Saúde da Mulher Nascimento por tipo de parto ( 2019-2020 ) Nascidos Vivos - Paraná - A partir de 1999 Nascido por Município Residência -PR e Tipo de Parto Regional/Município PR: 11. Reg. Saúde Campo Mourão, Tipo de Parto: Vaginal, Cesário, Não Informado, Ignorado Período:2019 Período:2020 Município Residência - PR Vaginal Cesário Não Informa do Total Vaginal Cesário Não Informa do Total 410655 Corumbataí do Sul 8 37 0 45 4 21 0 25 Fonte Tab Net Sesa PR O parto normal vem reduzindo ao longo do tempo, mesmo diante do esforço das ESF para orientação e esclarecimento sobre os tipos de parto, sempre para o nascimento é orientado que o ambiente hospitalar se caracteriza pela adoção de várias medidas e procedimentos com o objetivo de torná-lo mais seguro para a mulher e seu bebê. Nascimento x Consulta de Pré-Natal ( 2019-2020 ) Nascidos Vivos - Paraná - A partir de 1999 Nascido por Município Residência -PR e Consultas Pré-Natal Regional/Município PR: 11. Reg. Saúde Campo Mourão, Consultas Pré-Natal: Nenhuma, 1-3 consultas, 4-6 consultas, 7e+ consultas, 1-6 consultas, não informado Período:2019 Período:2020 Município Residência -PR Nenh uma 1-3 consul tas 4-6 consul tas 7e+ consul tas Total Nenh uma 1-3 consul tas 4-6 consul tas 7e+ consul tas Total 410655 Corumbataí do Sul 0 1 6 38 45 0 0 1 24 25 Tab Net Sesa PR Nascimento por Raça Cor da Mãe ( 2019-2020 ) Nascidos Vivos - Paraná - A partir de 1999 Nascido por Município Residência -PR e Raça Cor da Mãe Regional/Município PR: 11. Reg. Saúde Campo Mourão, Raça Cor da Mãe: Branca, Preta, Amarela, Parda, Indígena, Não informado, Ignorado Período:2019 Período:2020 Município Residência -PR Bra nca Pre ta Am arel a Par da Não infor mad o Igno rado T ot al Bra nca Pr et a Am arel a Pa rd a Indí gen a Não infor mad o Igno rad o T ot al 410655 Corumbataí do Sul 25 2 0 18 0 0 4 5 8 1 0 16 0 0 0 2 5 Fonte TAb Net SESA PR A Rede Mãe Paranaense foi criada pela identificação dos fatores de risco para a mortalidade materna e infantil é fundamental para orientar o planejamento das ações para a mudança desses indicadores A Rede Mãe Paranaense é um conjunto de ações que se inicia com a captação precoce da gestante, o seu acompanhamento no pré-natal, com no mínimo 7 consultas, a realização de exames, a estratificação de risco das gestantes e das crianças, o atendimento em ambulatório especializado para as gestantes e crianças de risco, a garantia do parto por meio de um sistema de vinculação ao hospital conforme o risco gestacional. A Rede Mãe Paranaense está fundamentada no marco conceitual das Redes de Atenção à Saúde propostas por Mendes (2010). Essa rede se consolidará a partir da implantação dos seus cinco componentes. ? Uma Atenção Primária de qualidade, resolutiva e ordenadora do cuidado dos cidadãos residentes em seu território, com ações do pré-natal e puerpério, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das crianças em especial no seu primeiro ano de vida. ? Na Atenção Secundária com o acompanhamento das gestantes e crianças de risco em ambulatórios especializados com equipe multiprofissional (Centro Mãe Paranaense). ? Na Atenção Terciária com a disponibilidade de leitos de UTI adulto e neonatal, a garantia da vinculação das gestantes conforme seu risco nos hospitais, para a atenção de qualidade às intercorrências e do parto. ? Os sistemas logísticos, cartão SUS, E-SUS, SISPRENATAL WEB, Carteira da Criança e da Gestante, transporte sanitário eletivo e de urgência, regulação. ANEXO V: Produção Ambulatorial (SIA) Preenchimento dos campos do ANEXO V: Produção Ambulatorial SIA (2015-2020) 11ª Regionais de Saúde Produção Ambulatorial do SUS - Paraná - por local de atendimento Qtd.apresentada por Procedimento e Ano atendimento Município: 410655 Corumbataí do Sul Período:2016-2020 Procedimento 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Total 0101010010 ATIVIDADE EDUCATIVA / ORIENTAÇÃO EM GRUPO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA - - - 1 2 - 3 0101020015 AÇÃO COLETIVA DE APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR GEL - 592 - 6 - - 598 0101020023 AÇÃO COLETIVA DE BOCHECHO FLUORADO - 7888 - - - - 7888 0101020031 AÇÃO COLETIVA DE ESCOVAÇÃO DENTAL SUPERVISIONADA - 644 2 7 4 - 657 0101020058 APLICAÇÃO DE CARIOSTÁTICO (POR DENTE) - 229 5 132 - 3 369 0101020066 APLICAÇÃO DE SELANTE (POR DENTE) - 750 12 164 34 10 970 0101020074 APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR (INDIVIDUAL POR SESSÃO) - 344 11 82 7 - 444 0101020082 EVIDENCIAÇÃO DE PLACA BACTERIANA - 413 17 - - - 430 0101020090 SELAMENTO PROVISÓRIO DE CAVIDADE DENTÁRIA - 254 16 - - - 270 0101030010 VISITA DOMICILIAR POR PROFISSIONAL DE NÍVEL MÉDIO - 6389 15256 8834 5289 1657 37425 0101030029 VISITA DOMICILIAR/INSTITUCIONAL POR PROFISSIONAL DE NÍVEL SUPERIOR - - - 4 4 79 87 0101040024 AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA - 618 1 467 34 910 2030 0102010056 ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA O SETOR REGULADO - - - 7 4 - 11 0102010064 ANÁLISE DE PROJETOS BÁSICOS DE ARQUITETURA - 13 8 3 6 3 33 0102010072 CADASTRO DE ESTABELECIMENTOS SUJEITOS À VIGILÂNCIA SANITÁRIA - 31 8 14 6 3 62 0102010153 INVESTIGAÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS E/OU QUEIXAS TÉCNICAS - 365 1 6 2 1 375 0102010161 EXCLUSÃO DE CADASTRO DE ESTABELECIMENTOS SUJEITOS À VIGILÂNCIA SANITÁRIA COM ATIVIDADES ENCERRADA - - 5 - 1 3 9 0102010170 INSPEÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS SUJEITOS À VIGILÂNCIA SANITÁRIA - 341 703 438 453 575 2510 0102010188 LICENCIAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS SUJEITOS À VIGILÂNCIA SANITÁRIA - 46 33 40 37 31 187 0102010196 APROVAÇÃO DE PROJETOS BÁSICOS DE ARQUITETURA - 11 5 3 5 2 26 0102010218 INVESTIGAÇÃO DE SURTOS DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - - - 2 - 1 3 0102010226 ATIVIDADE EDUCATIVA PARA A POPULAÇÃO - 24 13 18 11 6 72 0102010234 RECEBIMENTO DE DENÚNCIAS/RECLAMAÇÕES - 322 201 204 258 238 1223 0102010242 ATENDIMENTO À DENÚNCIAS/RECLAMAÇÕES - 321 184 204 258 238 1205 0102010455 CADASTRO DE SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO - 20 18 7 8 2 55 0102010463 INSPEÇÃO SANITÁRIA DE SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO - 128 146 124 152 181 731 0102010471 LICENCIAMENTO SANITÁRIO DE SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO - 27 15 15 22 16 95 0102010480 FISCALIZAÇÃO DO USO DE PRODUTOS FUMÍGENOS DERIVADOS DO TABACO EM AMBIENTES COLETIVOS FECHADOS, PÚ - 392 227 284 320 253 1476 0102010498 LAUDO DE ANÁLISE LABORATORIAL DO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE ALIMENTOS RECEBIDOS PELA VIGILÂNCIA S - - - - 3 - 3 0102010501 ATIVIDADES EDUCATIVAS SOBRE A TEMÁTICA DA DENGUE,REALIZADAS PARA A POPULAÇÃO - 15 6 2 6 1 30 0102010510 ATIVIDADES EDUCATIVAS,COM RELAÇÃO AO CONSUMO DE SÓDIO, AÇÚCAR E GORDURAS, REALIZADAS PARA O SETO - 9 9 10 10 1 39 0201020033 COLETA DE MATERIAL DO COLO DE ÚTERO PARA EXAME CITOPATOLÓGICO - 414 54 493 4 228 1193 0201020041 COLETA DE MATERIAL PARA EXAME LABORATORIAL - 3805 1 91 16 7 3920 0201020050 COLETA DE SANGUE PARA TRIAGEM NEONATAL - 1 - 1 - - 2 0214010015 GLICEMIA CAPILAR - 1678 327 1269 1005 969 5248 0214010040 TESTE RAPIDO PARA DETECCAO DE HIV NA GESTANTE OU PAI/PARCEIRO - - - - - 11 11 0214010074 TESTE RÁPIDO PARA SÍFILIS - - - - - 2 2 0214010082 TESTE RÁPIDO PARA SÍFILIS NA GESTANTE OU PAI/PARCEIRO - 10 14 33 10 - 67 0214010090 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HEPATITE C - 16 14 49 7 - 86 0214010104 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HBV - - - - - 8 8 0301010021 CONSULTA COM IDENTIFICAÇÃO DE CASOS NOVOS DE TUBERCULOSE - - - - - 2 2 0301010030 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO PRIMÁRIA (EXCETO MÉDICO) - 307 88 311 551 178 1435 0301010048 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO ESPECIALIZADA (EXCETO MÉDICO) - - - - - 162 162 0301010064 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA - 21789 88 7443 24670 14202 68192 0301010080 CONSULTA PARA ACOMPANHAMENTO DE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO (PUERICULTURA) - - - 20 60 - 80 0301010110 CONSULTA PRÉ-NATAL 32 350 11 38 83 123 637 0301010129 CONSULTA PUERPERAL 1 34 - 3 - 11 49 0301010137 CONSULTA/ATENDIMENTO DOMICILIAR - 195 3 3 3 44 248 0301010153 PRIMEIRA CONSULTA ODONTOLOGICA PROGRAMÁTICA - 367 8 65 5 72 517 0301040079 ESCUTA INICIAL / ORIENTAÇÃO (ACOLHIMENTO A DEMANDA ESPONT NEA) - - 1 - - - 1 0301040087 ATENDIMENTO EM GRUPO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA - - - - 1 - 1 0301050058 ASSISTÊNCIA DOMICILIAR POR PROFISSIONAL DE NÍVEL MÉDIO - 871 - - - - 871 0301050104 VISITA DOMICILIAR PÓS ÓBITO - - - 2 2 - 4 0301060037 ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM ATENÇÃO BÁSICA - 291 42 5 94 36 468 0301060045 ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA COM OBSERVAÇÃO ATÉ 8 HORAS - 194 - - - 1 195 0301060053 ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA COM REMOÇÃO - 102 - - - 10 112 0301100020 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM ATENÇÃO BÁSICA (POR PACIENTE) - 3303 1004 4930 2403 1826 13466 0301100039 AFERIÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL - 4344 449 3316 2678 7554 18341 0301100047 CATETERISMO VESICAL DE ALIVIO - - 1 4 1 2 8 0301100055 CATETERISMO VESICAL DE DEMORA - - 2 8 13 6 29 0301100101 INALAÇÃO / NEBULIZAÇÃO - 201 22 258 104 21 606 0301100144 OXIGENOTERAPIA POR DIA - - 1 13 4 4 22 0301100152 RETIRADA DE PONTOS DE CIRURGIAS (POR PACIENTE) - 109 14 99 29 17 268 0301100179 SONDAGEM GÁSTRICA - 2 - 1 5 4 12 0301100187 TERAPIA DE REIDRATAÇÃO ORAL - 141 - - - 20 161 0302050019 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES NO PRÉ E PÓS-OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSCULO ESQUE - - - - - 20 20 0302050027 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO NAS ALTERAÇÕES MOTORAS - - - - - 132 132 0302060014 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES COM DISTÚRBIOS NEURO-CINÉTICO-FUNCIONAIS SEM COMPLICAÇ - - - - - 18 18 0307010015 CAPEAMENTO PULPAR - 65 - - 1 3 69 0307010023 RESTAURAÇÃO DE DENTE DECÍDUO - 222 6 6 18 3 255 0307010031 RESTAURAÇÃO DE DENTE PERMANENTE ANTERIOR COM RESINA COMPOSTA - 334 12 16 22 9 393 0307010040 RESTAURAÇÃO DE DENTE PERMANENTE POSTERIOR - 565 28 97 274 18 982 0307020010 ACESSO A POLPA DENTARIA E MEDICACAO (POR DENTE) - 192 19 21 6 10 248 0307020029 CURATIVO DE DEMORA C/ OU S/ PREPARO BIOMECANICO - 245 25 23 3 12 308 0307020070 PULPOTOMIA DENTÁRIA - 30 4 - 1 - 35 0307030016 RASPAGEM ALISAMENTO E POLIMENTO SUPRAGENGIVAIS (POR SEXTANTE) - 378 - - - - 378 0307030024 RASPAGEM ALISAMENTO SUBGENGIVAIS (POR SEXTANTE) - 1206 31 - 3 2 1242 0307030040 PROFILAXIA / REMOÇÃO DA PLACA BACTERIANA - - - 80 9 - 89 0307030059 RASPAGEM ALISAMENTO E POLIMENTO SUPRAGENGIVAIS (POR SEXTANTE) - - - 366 34 - 400 0307040070 MOLDAGEM DENTO-GENGIVAL P/ CONSTRUCAO DE PROTESE DENTARIA - 100 - 35 10 2 147 0307040143 ADAPTAÇÃO DE PRÓTESE DENTÁRIA - - - - 1 - 1 0307040151 AJUSTE OCLUSAL - - - - - 2 2 0307040160 INSTALAÇÃO DE PRÓTESE DENTÁRIA - 20 - - - - 20 0309050049 SESSÃO DE AURICULOTERAPIA - - - 1 1 - 2 0401010023 CURATIVO GRAU I COM OU SEM DEBRIDAMENTO - 420 280 1161 403 229 2493 0401010031 DRENAGEM DE ABSCESSO - 13 2 9 2 5 31 0401010066 EXCISÃO E/OU SUTURA SIMPLES DE PEQUENAS LESÕES / FERIMENTOS DE PELE / ANEXOS E MUCOSA - 72 2 16 - 17 107 0404010300 RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DA CAVIDADE AUDITIVA E NASAL - - 1 2 1 - 4 0414020120 EXODONTIA DE DENTE DECÍDUO - 73 3 2 16 13 107 0414020138 EXODONTIA DE DENTE PERMANENTE - 212 18 16 49 15 310 0414020405 ULOTOMIA/ULECTOMIA - 20 - - - - 20 0701070099 PROTESE PARCIAL MANDIBULAR REMOVIVEL - - - - - 8 8 0701070102 PROTESE PARCIAL MAXILAR REMOVIVEL - - - - - 9 9 0701070110 PROTESE TEMPORARIA - - - - - 1 1 0701070129 PROTESE TOTAL MANDIBULAR - - - - - 10 10 0701070137 PROTESE TOTAL MAXILAR - - - - - 5 5 0801010012 ADESÃO A ASSISTÊNCIA PRE-NATAL - INCENTIVO PHPN (COMPONENTE I) 7 3 10 24 - - 44 0801010020 CONCLUSÃO DA ASSISTÊNCIA PRE-NATAL (INCENTIVO) 1 1 - - - - 2 Total 41 62881 19487 31408 39538 30277 183632 Fonte Tab Net Data SUS. A Atenção Primária à Saúde (APS) vem sendo fortalecida como foco na organização e ordenação dos recursos do sistema de saúde para que estes respondam de maneira apropriada às necessidades de sua população. A concepção de APS como base da organização dos sistemas de saúde supera concepções mais restritas que a compreendem como um sistema de saúde simplista, de baixa qualificação profissional e tecnológica, ofertada à população mais carente e excluída dos serviços de saúde ou, unicamente, como mais um nível de assistência. Assim, entende-se que o papel da APS é, dentre outros, gerenciar as condições, atenção e assistência à saúde de uma população, por meio de um sistema de informação composto por uma rede interligada de fluxo de informações gerenciais. Considera-se, então, que a informação é um componente do elenco de ferramentas que compõe um instrumento, a APS. Esta, por sua vez, está diretamente associada à produção de saúde na busca pela integralidade das ações no sentido de contemplar os princípios do Sistema Único de Saúde. PERFIL ASSISTENCIAL Os serviços que prestam assistência à saúde no âmbito do SUS no Paraná são Unidades Básicas de Saúde, Serviços de Apoio e Diagnóstico para a realização de exames complementares, Centros de Especialidades e Ambulatórios de Atenção Especializada, Hospitais Gerais e Hospitais Especializados, Unidades de Atendimento Pré-Hospitalar. Estabelecimento de Saúde ( dez/20 ) CNES - Estabelecimentos por Tipo - Paraná Quantidade por Tipo de Estabelecimento e Ano/mês compet. Município: 410655 Corumbataí do Sul Tipo de Estabelecimento: Período:Dez/2016, Dez/2017, Dez/2018, Dez/2019, Dez/2020 Tipo de Estabelecimento 2016/Dez 2017/Dez 2018/Dez 2019/Dez 2020/Dez CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA DE SAUDE 1 1 1 1 1 CONSULTORIO - 1 1 1 1 SECRETARIA DE SAUDE 1 1 1 1 1 Total 2 3 3 3 3 Fonte TAb Net Data SUS Corumbataí do Sul é pleno da atenção primaria em saúde, possui os estabelecimentos expostos na tabela acima, a Atenção Primária à Saúde é o primeiro nível de atenção em saúde e se caracteriza por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte positivamente na situação de saúde das coletividades. Trata-se da principal porta de entrada do SUS e do centro de comunicação com toda a Rede de Atenção dos SUS, devendo se orientar pelos princípios da universalidade, da acessibilidade, da continuidade do cuidado, da integralidade da atenção, da responsabilização, da humanização e da equidade. Isso significa dizer que a APS funciona como um filtro capaz de organizar o fluxo dos serviços nas redes de saúde, dos mais simples aos mais complexos. No Brasil, a Atenção Primária é desenvolvida com o mais alto grau de descentralização e capilaridade, ocorrendo no local mais próximo da vida das pessoas. A Estratégia de Saúde da Família é uma diversas estratégias governamentais relacionadas a atenção primária Corumbataí do Sul possui duas ESF que oferecem na UBS e Secretaria de Saúde: Consultas, exames, vacinas, serviço de coleta de matéria, Curativo, entre outros procedimentos. ANEXO A: Atenção Primária Produção Ambulatorial por Sub Grupo (2020) Produção Ambulatorial do SUS - Paraná - por local de atendimento Qtd.apresentada por Procedimento e Ano atendimento Município: 410655 Corumbataí do Sul Complexidade: Atenção Básica Período:Jan/2016-Jan/2021 Procedimento 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Total 0101010010 ATIVIDADE EDUCATIVA / ORIENTAÇÃO EM GRUPO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA - - - 1 2 - 3 0101020015 AÇÃO COLETIVA DE APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR GEL - 592 - 6 - - 598 0101020023 AÇÃO COLETIVA DE BOCHECHO FLUORADO - 7888 - - - - 7888 0101020031 AÇÃO COLETIVA DE ESCOVAÇÃO DENTAL SUPERVISIONADA - 644 2 7 4 - 657 0101020058 APLICAÇÃO DE CARIOSTÁTICO (POR DENTE) - 229 5 132 - 3 369 0101020066 APLICAÇÃO DE SELANTE (POR DENTE) - 750 12 164 34 10 970 0101020074 APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR (INDIVIDUAL POR SESSÃO) - 344 11 82 7 - 444 0101020082 EVIDENCIAÇÃO DE PLACA BACTERIANA - 413 17 - - - 430 0101020090 SELAMENTO PROVISÓRIO DE CAVIDADE DENTÁRIA - 254 16 - - - 270 0101030010 VISITA DOMICILIAR POR PROFISSIONAL DE NÍVEL MÉDIO - 6389 15256 8834 5289 1657 37425 0101030029 VISITA DOMICILIAR/INSTITUCIONAL POR PROFISSIONAL DE NÍVEL SUPERIOR - - - 4 4 79 87 0101040024 AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA - 618 1 467 34 910 2030 0201020033 COLETA DE MATERIAL DO COLO DE ÚTERO PARA EXAME CITOPATOLÓGICO - 414 54 493 4 228 1193 0201020041 COLETA DE MATERIAL PARA EXAME LABORATORIAL - 3805 1 91 16 7 3920 0201020050 COLETA DE SANGUE PARA TRIAGEM NEONATAL - 1 - 1 - - 2 0214010015 GLICEMIA CAPILAR - 1678 327 1269 1005 969 5248 0214010082 TESTE RÁPIDO PARA SÍFILIS NA GESTANTE OU PAI/PARCEIRO - 10 14 33 10 - 67 0214010090 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HEPATITE C - 16 14 49 7 - 86 0214010104 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HBV - - - - - 8 8 0301010021 CONSULTA COM IDENTIFICAÇÃO DE CASOS NOVOS DE TUBERCULOSE - - - - - 2 2 0301010030 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO PRIMÁRIA (EXCETO MÉDICO) - 307 88 311 551 178 1435 0301010064 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA - 21789 88 7443 24670 14202 68192 0301010080 CONSULTA PARA ACOMPANHAMENTO DE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO (PUERICULTURA) - - - 20 60 - 80 0301010110 CONSULTA PRÉ-NATAL 32 350 11 38 83 123 637 0301010129 CONSULTA PUERPERAL 1 34 - 3 - 11 49 0301010137 CONSULTA/ATENDIMENTO DOMICILIAR - 195 3 3 3 44 248 0301010153 PRIMEIRA CONSULTA ODONTOLOGICA PROGRAMÁTICA - 367 8 65 5 72 517 0301040079 ESCUTA INICIAL / ORIENTAÇÃO (ACOLHIMENTO A DEMANDA ESPONT NEA) - - 1 - - - 1 0301040087 ATENDIMENTO EM GRUPO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA - - - - 1 - 1 0301050058 ASSISTÊNCIA DOMICILIAR POR PROFISSIONAL DE NÍVEL MÉDIO - 871 - - - - 871 0301050104 VISITA DOMICILIAR PÓS ÓBITO - - - 2 2 - 4 0301060037 ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM ATENÇÃO BÁSICA - 291 42 5 94 36 468 0301060045 ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA COM OBSERVAÇÃO ATÉ 8 HORAS - 194 - - - 1 195 0301060053 ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA COM REMOÇÃO - 102 - - - 10 112 0301100020 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM ATENÇÃO BÁSICA (POR PACIENTE) - 3303 1004 4930 2403 1826 13466 0301100039 AFERIÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL - 4344 449 3316 2678 7554 18341 0301100047 CATETERISMO VESICAL DE ALIVIO - - 1 4 1 2 8 0301100055 CATETERISMO VESICAL DE DEMORA - - 2 8 13 6 29 0301100101 INALAÇÃO / NEBULIZAÇÃO - 201 22 258 104 21 606 0301100144 OXIGENOTERAPIA POR DIA - - 1 13 4 4 22 0301100152 RETIRADA DE PONTOS DE CIRURGIAS (POR PACIENTE) - 109 14 99 29 17 268 0301100179 SONDAGEM GÁSTRICA - 2 - 1 5 4 12 0301100187 TERAPIA DE REIDRATAÇÃO ORAL - 141 - - - 20 161 0307010015 CAPEAMENTO PULPAR - 65 - - 1 3 69 0307010023 RESTAURAÇÃO DE DENTE DECÍDUO - 222 6 6 18 3 255 0307010031 RESTAURAÇÃO DE DENTE PERMANENTE ANTERIOR COM RESINA COMPOSTA - 334 12 16 22 9 393 0307010040 RESTAURAÇÃO DE DENTE PERMANENTE POSTERIOR - 565 28 97 274 18 982 0307020010 ACESSO A POLPA DENTARIA E MEDICACAO (POR DENTE) - 192 19 21 6 10 248 0307020029 CURATIVO DE DEMORA C/ OU S/ PREPARO BIOMECANICO - 245 25 23 3 12 308 0307020070 PULPOTOMIA DENTÁRIA - 30 4 - 1 - 35 0307030016 RASPAGEM ALISAMENTO E POLIMENTO SUPRAGENGIVAIS (POR SEXTANTE) - 378 - - - - 378 0307030024 RASPAGEM ALISAMENTO SUBGENGIVAIS (POR SEXTANTE) - 1206 31 - 3 2 1242 0307030040 PROFILAXIA / REMOÇÃO DA PLACA BACTERIANA - - - 80 9 - 89 0307030059 RASPAGEM ALISAMENTO E POLIMENTO SUPRAGENGIVAIS (POR SEXTANTE) - - - 366 34 - 400 0307040070 MOLDAGEM DENTO-GENGIVAL P/ CONSTRUCAO DE PROTESE DENTARIA - 100 - 35 10 2 147 0307040143 ADAPTAÇÃO DE PRÓTESE DENTÁRIA - - - - 1 - 1 0307040151 AJUSTE OCLUSAL - - - - - 2 2 0307040160 INSTALAÇÃO DE PRÓTESE DENTÁRIA - 20 - - - - 20 0309050049 SESSÃO DE AURICULOTERAPIA - - - 1 1 - 2 0401010023 CURATIVO GRAU I COM OU SEM DEBRIDAMENTO - 420 280 1161 403 229 2493 0401010031 DRENAGEM DE ABSCESSO - 13 2 9 2 5 31 0401010066 EXCISÃO E/OU SUTURA SIMPLES DE PEQUENAS LESÕES / FERIMENTOS DE PELE / ANEXOS E MUCOSA - 72 2 16 - 17 107 0404010300 RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DA CAVIDADE AUDITIVA E NASAL - - 1 2 1 - 4 0414020120 EXODONTIA DE DENTE DECÍDUO - 73 3 2 16 13 107 0414020138 EXODONTIA DE DENTE PERMANENTE - 212 18 16 49 15 310 0414020405 ULOTOMIA/ULECTOMIA - 20 - - - - 20 0801010012 ADESÃO A ASSISTÊNCIA PRE-NATAL - INCENTIVO PHPN (COMPONENTE I) 7 3 10 24 - - 44 0801010020 CONCLUSÃO DA ASSISTÊNCIA PRE-NATAL (INCENTIVO) 1 1 - - - - 2 Total 41 60816 17905 30027 37976 28344 175109 Fonte: Tabe Net Data SUS Produção Ambulatorial por local de atendimento (2015-2020) Produção Ambulatorial do SUS - Paraná - por local de atendimento Qtd. apresentada por Subgrupo proced. e Ano atendimento Município: 410655 Corumbataí do Sul Subgrupo proced.: Complexidade: Atenção Básica Período:Jan/2016-Jan/2021 Subgrupo proced. 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Total 0101 Ações coletivas/individuais em saúde - 18121 15320 9697 5374 2659 51171 0201 Coleta de material - 4220 55 585 20 235 5115 0214 Diagnóstico por teste rápido - 1704 355 1351 1022 977 5409 0301 Consultas / Atendimentos / Acompanhamentos 33 32600 1734 16519 30706 24133 105725 0307 Tratamentos odontológicos - 3357 125 644 382 61 4569 0309 Terapias especializadas - - - 1 1 - 2 0401 Pequenas cirurgias e cirurgias de pele, tecido subcutâneo e mucosa - 505 284 1186 405 251 2631 0404 Cirurgia das vias aéreas superiores, da face, da cabeça e do pescoço - - 1 2 1 - 4 0414 Bucomaxilofacial - 305 21 18 65 28 437 0801 Ações relacionadas ao estabelecimento 8 4 10 24 - - 46 Total 41 60816 17905 30027 37976 28344 175109 Fonte Tabe Net data SUS O Sistema de Informação Ambulatorial visa o registro dos atendimentos realizados no âmbito ambulatorial. Ao longo dos anos, o SIA vem sendo aprimorado para ser um sistema que efetivamente gere informações referentes ao atendimento ambulatorial e com isso ser um sistema que subsidia os gestores municipais no monitoramento dos processos de planejamento, programação, regulação, avaliação e controle na área ambulatorial. O dados apresentados na tabela acima apresenta a produção ambulatorial da atenção primária, entre os anos 2016 e 2020 o SIA passou por atualizações assim como o sistema referencia para coleta de dados no município também, apesar de uma boa produção o município de Corumbataí do Sul ainda busca um sistema que permita ao gestor capturar as informações referentes aos atendimentos realizados e executar o processamento destes dados, para que possamos com estes dados subsidiar os processos de planejamento e programação, com informações que possibilitem o acompanhamento e a análise para a avaliação quantitativa e qualitativa das ações de saúde. Painel de Indicadores Previne Brasil (2020) Fonte: https://www.conasems.org.br/painel/previne-brasil-resultado-2020/ Com o Previne Brasil, o financiamento da Atenção Primária à Saúde (APS) foi reformulado. Um dos componentes que fazem parte do repasse mensal aos municípios é o Pagamento por Desempenho. Esse incentivo financeiro é calculado com base nos resultados de sete indicadores: proporção de gestantes com pelo menos seis consultas pré-natal realizadas; proporção de gestantes com realização de exames para sífilis e HIV; proporção de gestantes com atendimento odontológico realizado; cobertura de exame citopatológico; cobertura vacinal de Poliomielite inativada e de Pentavalente; percentual de pessoas hipertensas com Pressão Arterial aferida em cada semestre; e percentual de diabéticos com solicitação de hemoglobina glicada. No ano de 2020 com a pandemia de COVID-19 a rotina do trabalho para alcance dos sete indicadores do previne brasil foi bem afetada, com a rotina de trabalho reorganizada, as ações para alcance dos indicadores terão condições melhores de ser alcançada. Indicadores de Pactuação Interfederativa (Série Histórica) Óbito pelas 4 principais doenças crônicas não transmissíveis, Regional/Município PR Meta/pactução Estadual Meta/pactua ção Regional Série histórica / Linha de Base 11. Reg. Saúde Campo Mourão 2019 2020 2021 2019 2020 2016 2017 2018 2019 2020 Corumbataí do Sul 306, 7 315 244,2 Taxa 384 por 15723 8 habita ntes 6,00 8,00 11,00 5,00 14,00 Fonte Tab NEt SESA - Sistema SIM As doenças crônicas não transmissíveis são disfunções orgânicas de longa duração, resultantes de uma combinação de fatores genéticos, fisiológicos, ambientais e comportamentais. Indivíduos de todas as idades são acometidos pelas DCNT, elas se desenvolvem no decorrer da vida, os fatores relacionados ao aumento das chances de se desenvolver uma doença são: O tabagismo, má alimentação, sedentarismo entre outras. Os fatores de risco classificados como modificáveis estão sendo trabalhados na atenção com ações de educação para população, disponibilidade do profissional de nutrição, consultas, assistência farmacêutica, entre outros, com objetivo de modificar o comportamento do cidadão. Número de ESF e AB (Cnes 2020) CNES - Equipes de Saúde - Paraná Quantidade por Região de Saúde/Município e Tipo da Equipe Região de Saúde (CIR): 41011 11ª RS Campo Mourão Tipo da Equipe: 01 Período:Out/2020 Região de Saúde/Muni cípio 01 ESF - EQUIPE DE SAUDE DA FAMILI A 02 ESFSB_M 1 - ESF COM SAUDE BUCAL - M I 04 EACS - EQUIPE DE AGENTES COMUNITARIO S DE SAUDE 43 ESB MI - EQUIPE DE SAUDE BUCAL MODALIDAD E I 70 ESF - EQUIPE DE SAUDE DA FAMILI A 71 ESB - EQUIP E DE SAUD E BUCAL 72 ENASF-AB - EQ NUCLEO AMPLIAD O SAUDE DA FAMILIA AT. PRIMARIA 76 EAP - EQUIPE DE ATENCA O PRIMARI A Tot al ..... CORUMBAT AI DO SUL - - - - 2 1 - - 3 Fonte Data SUS _ Sistema Cnes Produção SIA Preventivo Câncer do Colo do Útero e mama (2016-2020) Produção Ambulatorial do SUS - Paraná - por local de residência Qtd.apresentada por Procedimento e Ano atendimento Município: 410655 Corumbataí do Sul Procedimento Período:2016-2020 Procedimento 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Total 0203010019 EXAME CITOPATOLOGICO CERVICO-VAGINAL/MICROFLORA 18 31 128 99 79 65 420 0203010086 EXAME CITOPATOLÓGICO CERVICO VAGINAL/MICROFLORA- RASTREAMENTO 53 131 440 355 316 237 1532 0204030030 MAMOGRAFIA - 16 8 10 8 13 55 0204030188 MAMOGRAFIA BILATERAL PARA RASTREAMENTO - 181 200 146 249 86 862 Total 71 359 776 610 652 401 2869 Fonte Tab net data SUS Segundo IBGE 2012, possuímos 990 mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos, e 378 mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos, a realização periódica do exame citopatológico e mama continua sendo a estratégia mais adotada para o rastreamento do câncer do colo do útero e de mama, buscamos atingir alta cobertura da população alvo para que se obtenha significativa redução da incidência e da mortalidade por câncer do colo do útero e mama o que já conseguimos perceber na tabela de mortalidade apresentada nesta análise. Produção SIA Saúde Bucal (2017-2020) Produção Ambulatorial do SUS - Paraná - por local de atendimento Qtd.apresentada por Procedimento e Ano atendimento Município: 410655 Corumbataí do Sul Profissional - CBO: CIRURGIAO DENTISTA Período:2016-2020 Procedimento 2016 2017 2018 2019 2020 Total 0101010010 ATIVIDADE EDUCATIVA / ORIENTAÇÃO EM GRUPO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA - - - 2 - 2 0101020015 AÇÃO COLETIVA DE APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR GEL - - 6 - - 6 0101020031 AÇÃO COLETIVA DE ESCOVAÇÃO DENTAL SUPERVISIONADA 179 - 1 3 - 183 0101020058 APLICAÇÃO DE CARIOSTÁTICO (POR DENTE) 229 5 132 - 3 369 0101020066 APLICAÇÃO DE SELANTE (POR DENTE) 750 12 164 34 10 970 0101020074 APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR (INDIVIDUAL POR SESSÃO) 344 11 82 7 - 444 0101020082 EVIDENCIAÇÃO DE PLACA BACTERIANA 413 17 - - - 430 0101020090 SELAMENTO PROVISÓRIO DE CAVIDADE DENTÁRIA 254 16 - - - 270 0301010030 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO PRIMÁRIA (EXCETO MÉDICO) - 83 - 7 - 90 0301010153 PRIMEIRA CONSULTA ODONTOLOGICA PROGRAMÁTICA 367 8 65 5 72 517 0301040079 ESCUTA INICIAL / ORIENTAÇÃO (ACOLHIMENTO A DEMANDA ESPONT NEA) - 1 - - - 1 0301040087 ATENDIMENTO EM GRUPO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA - - - 1 - 1 0301060037 ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM ATENÇÃO BÁSICA 226 42 5 94 10 377 0301100152 RETIRADA DE PONTOS DE CIRURGIAS (POR PACIENTE) - - - 2 - 2 0307010015 CAPEAMENTO PULPAR 65 - - 1 3 69 0307010023 RESTAURAÇÃO DE DENTE DECÍDUO 222 6 6 18 3 255 0307010031 RESTAURAÇÃO DE DENTE PERMANENTE ANTERIOR COM RESINA COMPOSTA 334 12 16 22 9 393 0307010040 RESTAURAÇÃO DE DENTE PERMANENTE POSTERIOR 565 28 97 274 18 982 0307020010 ACESSO A POLPA DENTARIA E MEDICACAO (POR DENTE) 192 19 21 6 10 248 0307020029 CURATIVO DE DEMORA C/ OU S/ PREPARO BIOMECANICO 245 25 23 3 12 308 0307020070 PULPOTOMIA DENTÁRIA 30 4 - 1 - 35 0307030016 RASPAGEM ALISAMENTO E POLIMENTO SUPRAGENGIVAIS (POR SEXTANTE) 378 - - - - 378 0307030024 RASPAGEM ALISAMENTO SUBGENGIVAIS (POR SEXTANTE) 1206 31 - 3 2 1242 0307030040 PROFILAXIA / REMOÇÃO DA PLACA BACTERIANA - - 80 9 - 89 0307030059 RASPAGEM ALISAMENTO E POLIMENTO SUPRAGENGIVAIS (POR SEXTANTE) - - 366 34 - 400 0307040070 MOLDAGEM DENTO-GENGIVAL P/ CONSTRUCAO DE PROTESE DENTARIA 100 - 35 10 2 147 0307040143 ADAPTAÇÃO DE PRÓTESE DENTÁRIA - - - 1 - 1 0307040151 AJUSTE OCLUSAL - - - - 2 2 0307040160 INSTALAÇÃO DE PRÓTESE DENTÁRIA 20 - - - - 20 0401010066 EXCISÃO E/OU SUTURA SIMPLES DE PEQUENAS LESÕES / FERIMENTOS DE PELE / ANEXOS E MUCOSA - - - - 6 6 0414020120 EXODONTIA DE DENTE DECÍDUO 73 3 2 16 13 107 0414020138 EXODONTIA DE DENTE PERMANENTE 212 18 16 49 15 310 0414020405 ULOTOMIA/ULECTOMIA 20 - - - - 20 Total 6424 341 1117 602 190 8674 Fonte Tab Net data SUS A Saúde bucal conquistou vem conquistando um espaço importante no SUS, aqui na atenção primária de Corumbataí do Sul com a implantação do programa brasil sorridente o acesso aos serviços de saúde bucal foi ampliado resultando no aumento da produção odontológica em nosso município. Consulta de Saúde Psicológica, Neurológica e Psiquiátrica (2018-2020) Fonte CISCOMCAM A Política Nacional de Saúde Mental compreende as práticas da Atenção Básica como imprescindíveis para o cuidado na atenção psicossocial à medida que se preste a fortalecer estratégias que superem a medicalização do sofrimento e patologização do sujeito. Nesse sentido, tais práticas compreendem a articulação da rede de cuidados tendo como objetivo a integralidade do cuidado, constituindo um processo de trabalho voltado para suas necessidades individuais e sociais. Busca?se resgatar a singularidade de cada usuário, com o investimento em seu protagonismo e potencialidades, de forma a romper com a lógica da doença considerando a identidade do sujeito, fortalecendo laços sociais e investindo na força do território como alternativa para a reabilitação social. Nesses propósitos, é notória a convergência de princípios entre a saúde mental e a atenção básica, aqui vivemos em nosso município uma crescente demanda dos serviços da RAPS, aumento este que deve ocorre com mais velocidade nos próximos anos. ANEXO B: Atenção Secundária e Terciária Rede Assistência Ambulatorial A rede de atenção secundaria e terciária ambulatorial é composta pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde de Campo Mourão - CISCOMCAM que integra os 25 município e possui atendimento ambulatorial em consultas nas especialidades médicas (Angiologia, ,Cardiologia, Cirurgia Crânio- Maxilo-Facial, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Geral, Cirurgia Vascular, Clinica Médica, Coloproctologia, Dermatologia, Endocrinologia, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Gastroenterologia, Ginecologia e Obstetrícia, Infectologia, Medicina Nuclear, Nefrologia, Neurocirurgia, Neurologia, Odontologia, Oftalmologia, Órteses e Próteses, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Outros serviços, Pediatria, Pneumologia, Psicologia, Psiquiatria, Reumatologia, Urologia, laboratório, ambulatório de pré-natal de risco, ambulatório de referência para rede do crônico -MACC, serviços de apoio diagnóstico: Biopsia de Pele e Partes Moles, Eletrocardiograma, emissão de laudo de eletroencefalograma, Patologia Clinica, Diagnostico por Imagem, radiologia, Biopsia de Gânglio Linfático, Biopsia de Tireóide ou Paratireóide ? PAAF, Audiometria Vocal, Emissões otoacusticas evocadas p/ triagem auditiva, Imitanciometria ,Biopsia de Fígado por Punção , Biopsia do Aparelho Digestivo , Tomografia, Ressonância, Cintilografia, Eletroencefalografia em vigilia c/ ou s/ foto-estimulo, Eletroencefalograma em sono induzido c/ ou s/ medicamento (EEG), Eletroneuromiograma (ENMG), emissão de laudo de Eletroencefalograma etc... A região possui 06 centros de atenção psicossocial ? CAPS, 16 APAES com contratualização pelo SUS, possui 02 serviços de pronto atendimento ou pronto socorro em Mamborê e Moreira Sales e no município de Campo Mourão temos o Instituto do RIM ? Serviço de hemodiálise, o RESTAURAR: serviço de Reabilitação Física com dispensação de Órtese, Prótese e Meios Auxiliares de Locomoção e Programa de Atendimento ao Ostomizado. Oferta exclusivamente aos pacientes do município de Campo Mourão os seguintes programas: Programa de Reabilitação Física, Programa de Reabilitação Auditiva e Programa de Concessão de Benefícios Eventuais (óculos, fraldas geriátricas e sondas uretral), Ambulatório de Saúde Mental é um serviço especializado que presta atendimento, sobretudo às pessoas com transtornos mentais menores (leves a moderado), SERVIÇO DE AMBULATÓRIO ESPECIALIZADO ? SAE EM IST/HIV/AIDS E HEPATITES VIRAIS, desenvolvido com a finalidade de reduzir a morbimortalidade nos pacientes com IST/HIV/AIDS e Hepatites Virais, através de ações de prevenção e vigilância dos casos. Hospitalar A rede hospitalar e composta por 17 hospitais, 14 com atendimento SUS com um total de 551 leitos SUS. Destes leitos, 20 são de UTI adulto e 6 Leitos UTI administrativos, 03 UTI pediátrica, 05 UTI neo, 12 isolamento e os demais distribuídos na clinica médica, cirúrgica, obstétrica e oncologia. Os hospitais Santa Casa e SISNOR de Campo Mourão são referências para os 25 municípios em média complexidade e possuem habilitação: SISNOR: cirurgia cardiovascular e procedimentos em cardiologia intervencionista, cirurgia vascular, cuidados prolongados - enfermidades cardiovasculares, unidade de assistência de alta complexidade em traumato-ortopedia* e UTI II Adulto. Santa casa: atenção hospitalar de referência à gestação de alto risco tipo II, UNACON com serviço de radioterapia, laqueadura, unidade de assistência de alta complexidade em terapia nutricional*enteral e parenteral, UTI II Adulto, UTI II Pediátrica, Unidade de Terapia Intensiva Neonatal Tipo II - UTIN II. O Hospital Santa Casa em Campo Mourão é referência para urgência e emergência e atendimento de gestante de risco intermediário para Corumbataí do Sul O hospital de Barbosa Ferraz Arnaldo Coneglian é nossa referência para média Complexidade hospitalar. Hemoterapia O Serviço de hemoterapia e composto pelo Hemonúcleo (banco de sangue) e 03 agencias transfusionais localizadas em Ubiratã, Goioerê e Santa Casa de Campo Mourão, com proposta de implantação de uma agencia no Hospital SISNOR. Atenção de Urgência Pré Hospitalar Os 25 municípios possuem cobertura do SAMU e compõem o CIUENP - Consórcio Intermunicipal de Urgência e emergência Noroeste do Paraná com sede da central de regulação em Umuarama e 06 bases com ambulâncias distribuídas 01 USA e 01 USB em Campo Mourão e 05 USB em Barbosa Ferraz, Iretama, Goioerê, Ubiratã, Terra Boa. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) tem como objetivo chegar precocemente à vítima após ter ocorrido alguma situação de urgência ou emergência que possa levar a sofrimento, a sequelas ou mesmo à morte. São urgências situações de natureza clínica, cirúrgica, traumática, obstétrica, pediátrica, psiquiátrica, entre outras, para este atendimento fazemos aporte mensal ao consórcio gestor do SAMU ANEXO C: Vigilância em Saúde COVID 19 - Incidência por 100 Habitantes Fonte Notifica COVID Óbitos pode COVID19 (2020/21) Fonte Kibana A Pandemia de COVID 19 alterou toda rotina em nosso Município, na saúde não foi diferente, redimensionamos o atendimento à demanda espontânea e agendada, considerando a necessidade no momento de pandemia, com possível aumento do volume de atendimentos a casos agudos e, buscando não trazer prejuízos aos atendimentos eletivos à população prioritária da APS, tais como: gestantes, crianças e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis. garantimos que pacientes com síndrome gripal e sintomas respiratórios sejam atendidos por demanda espontânea na APS com classificação de risco, construímos um plano de contingência, emitimos decretos para distanciamento social e regras de biossegurança para o comercio em geral. Para esta plano de saúde 2022-2025 todas as ações serão de enfrentamento ao COVID-19 serão mantidas. Vigilância Ambiental Número de Cadastros Abastecimento de Água (2021) Número de cadastro de abastecimento de água cadastrado no SISAGUA Corumbataí do Sul SAA SAC SAI Total Número de cadastro de soluções alternativas - 3 3 6 NÚMERO DE ANÁLISE POR FORMA DE ABASTECIMENTO 197 19 26 242 % Coleta de Água para parâmetros de Coliformes Totais, Cloro, Turbidez 2018 2019 2020 - 100% 100% 99,17% - Fonte SISAGUA O Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua) é um Sistema de Informação em Saúde (SIS) disponibilizado na internet pelo Ministério da Saúde, que tem o objetivo de auxiliar no gerenciamento de riscos à saúde associados ao abastecimento de água para consumo humano as informações geradas pelo Sisagua são utilizadas na análise de situação de saúde relacionada ao abastecimento de água para consumo humano, com vistas a minimizar os riscos associados ao consumo de água que não atenda ao padrão de potabilidade. O Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua), que visa promover a saúde e prevenir doenças e agravos de transmissão hídrica, por meio das ações previstas no Sistema Único de Saúde. O SISAGUA possui dados relativos às formas de abastecimento de água utilizadas pela população (dados de Cadastro), informações relacionadas à infraestrutura e às condições operacionais do abastecimento e dados de monitoramento da qualidade da água realizado pelos prestadores de serviço de abastecimento de água para consumo humano: companhias estaduais, empresas e autarquias municipais, empresas privadas. Vigilância Sanitária Amostras enviadas para investigação de raiva: 2018 2019 2020 2021 (jan-jul) TOTAL C/G/M/Oe C/G/M/Oe C/G/M/Oe C/G/M/Oe Corumbataí do Sul 0/0/0/0 0/0/1/0 0/0/0/0 0/0/0/0 1 Fonte VISA 11ª Regionais de Saúde C = cães G = gatos M = morcegos Oe = outras espécies A Vigilância da circulação do vírus raiva é de notificação obrigatória pela vigilância sanitária a investigação de suspeitas, diagnóstico laboratorial adequado, atendimento a focos, investigação de vínculos epidemiológicos, avaliação do índice de mordeduras por morcegos hematófagos vem sendo realizada em nosso município, no entanto a participação da população neste processo vem diminuindo com o tempo. Número de Registro de Animais Peçonhentos do SINAP (2018-2021) NÚMERO DE REGISTROS DE ANIMAIS PEÇONHENTOS NO SINAP PARA MONITORAMENTO MUNICÍPIOS NÚMERO DE REGISTROS SINAP POR ANO 2017 2018 2019 2020 2021 TOTAL CORUMBATAÍ DO SUL 27 9 3 2 0 41 Os acidentes por animais peçonhentos são muitas vezes acidentes de trabalho (AT) ocorridos com pessoas ocupadas em atividades econômicas relacionadas ao campo, floresta e águas, o que configura um dos grupos mais susceptíveis a este evento. As causas dos AT podem estar associadas a fatores como: diversidade zoológica e ecológica locorregional, trabalho com proximidade com os meios naturais, altos índices pluviométricos, diferenças culturais, modificações antrópicas do meio ambiente, condições de trabalho precárias, dificuldade de atuação das equipes de vigilância em saúde do trabalhador onde estas atividades econômicas são desenvolvidas, assim como na vigilância da raiva o controle de animais peçonhentos vem perdendo participação da população no processo de vigilância. Produção SIA Vigilância Sanitária (2016-2020) Produção Ambulatorial do SUS - Paraná - por local de atendimento Qtd.apresentada por Procedimento e Ano atendimento Município: 410655 Corumbataí do Sul Subgrupo proced.: 0102 Vigilância Sanitária Período:2016-2020 Procedimento 2016 2017 2018 2019 2020 Total 0102010056 ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA O SETOR REGULADO - - 7 4 - 11 0102010064 ANÁLISE DE PROJETOS BÁSICOS DE ARQUITETURA 13 8 3 6 3 33 0102010072 CADASTRO DE ESTABELECIMENTOS SUJEITOS À VIGILÂNCIA SANITÁRIA 31 8 14 6 3 62 0102010153 INVESTIGAÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS E/OU QUEIXAS TÉCNICAS 365 1 6 2 1 375 0102010161 EXCLUSÃO DE CADASTRO DE ESTABELECIMENTOS SUJEITOS À VIGILÂNCIA SANITÁRIA COM ATIVIDADES ENCERRADA - 5 - 1 3 9 0102010170 INSPEÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS SUJEITOS À VIGILÂNCIA SANITÁRIA 341 703 438 453 575 2510 0102010188 LICENCIAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS SUJEITOS À VIGILÂNCIA SANITÁRIA 46 33 40 37 31 187 0102010196 APROVAÇÃO DE PROJETOS BÁSICOS DE ARQUITETURA 11 5 3 5 2 26 0102010218 INVESTIGAÇÃO DE SURTOS DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - - 2 - 1 3 0102010226 ATIVIDADE EDUCATIVA PARA A POPULAÇÃO 24 13 18 11 6 72 0102010234 RECEBIMENTO DE DENÚNCIAS/RECLAMAÇÕES 322 201 204 258 238 1223 0102010242 ATENDIMENTO À DENÚNCIAS/RECLAMAÇÕES 321 184 204 258 238 1205 0102010455 CADASTRO DE SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO 20 18 7 8 2 55 0102010463 INSPEÇÃO SANITÁRIA DE SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO 128 146 124 152 181 731 0102010471 LICENCIAMENTO SANITÁRIO DE SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO 27 15 15 22 16 95 0102010480 FISCALIZAÇÃO DO USO DE PRODUTOS FUMÍGENOS DERIVADOS DO TABACO EM AMBIENTES COLETIVOS FECHADOS, PÚ 392 227 284 320 253 1476 0102010498 LAUDO DE ANÁLISE LABORATORIAL DO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE ALIMENTOS RECEBIDOS PELA VIGILÂNCIA S - - - 3 - 3 0102010501 ATIVIDADES EDUCATIVAS SOBRE A TEMÁTICA DA DENGUE,REALIZADAS PARA A POPULAÇÃO 15 6 2 6 1 30 0102010510 ATIVIDADES EDUCATIVAS,COM RELAÇÃO AO CONSUMO DE SÓDIO, AÇÚCAR E GORDURAS, REALIZADAS PARA O SETOR REGULADO 9 9 10 10 1 39 Total 2065 1582 1381 1562 1555 8145 Fonte TabNet data SUS A vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador. Vigilância Epidemiológica Dengue - Casos notificados no SINAN (2016-2020) DENGUE - Notificações registradas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Paraná Casos Prováveis por Reg.Saúde/Município de residên e Ano notificação Região de Saúde (CIR) de resid: 41011 11ª RS Campo Mourão Class. Final: Dengue Clássico, Dengue com complicações, Febre Hemorrágica do Dengue, Síndrome do Choque do Dengue, Dengue, Dengue com sinais de alarme, Dengue grave Período:2016-2020 Reg.Saúde/Município de residên 2016 2017 2018 2019 2020 2021 Total ..... CORUMBATAI DO SUL 3 - - 32 84 - 119 Fonte Tab net data SUS - SINAN NET Dengue é a enfermidade causada pelo vírus da dengue, um arbovírus do gênero Flavivírus, que inclui quatro tipos imunológicos. Tipo o tipo DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4 (sendo que o quinto tipo já foi identificado na Ásia como DEN-5). A infecção por um deles dá proteção permanente para o mesmo sorotipo e imunidade parcial e temporária contra os outros três. O vírus dengue tem como hospedeiro vertebrado principal o homem e outros primatas, mas somente o primeiro apresenta manifestação clínica da infecção e período de viremia de aproximadamente sete dias. Nos demais primatas, a viremia é baixa e de curta duração. Cobertura vacinal (2016-2020) Cobertura Vacinal Anual Cobertura Vacinal por: Município - PARANA - MR-PARANA - RS CAMPO MOURAO Estado: PARANA Visualizar Por: Município Corumbataí do Sul Origem da Informação: VACINAÇÃO Ano 2020 2019 2018 2017 BCG - População 40 40 53 34 BCG - Doses 2 35 70 42 BCG - Cobertura 5 87,5 132,08 123,53 Hepatite B(<1 ano) - População 40 40 53 34 Hepatite B(<1 ano) - Doses 11 34 54 48 Hepatite B(<1 ano) - Cobertura 27,5 85 101,89 141,18 Rotavírus Humano - População 40 40 53 34 Rotavírus Humano - Doses 9 44 62 43 Rotavírus Humano - Cobertura 22,5 110 116,98 126,47 Pneumocóccica(<1 ano) - População 40 40 53 34 Pneumocóccica(<1 ano) - Doses 13 44 61 42 Pneumocóccica(<1 ano) - Cobertura 32,5 110 115,09 123,53 Menigocócica Conj.C(< 1 ano) - População 40 40 53 34 Menigocócica Conj.C(< 1 ano) - Doses 8 50 58 52 Menigocócica Conj.C(< 1 ano) - Cobertura 20 125 109,43 152,94 Pentavalente (< 1 ano) - População 40 40 53 34 Pentavalente (< 1 ano) - Doses 11 34 54 48 Pentavalente (< 1 ano) - Cobertura 27,5 85 101,89 141,18 FA(< 1 ano) - População 40 40 53 34 FA(< 1 ano) - Doses 12 52 50 49 FA(< 1 ano) - Cobertura 30 130 94,34 144,12 Poliomielite(< 1 ano) - População 40 40 53 34 Poliomielite(< 1 ano) - Doses 11 45 54 50 Poliomielite(< 1 ano) - Cobertura 27,5 112,5 101,89 147,06 Fonte SiPNI ? data sus A cobertura vacinal ainda está aquém da esperada, um importante indicador de saúde das populações e da qualidade da atenção dispensada pelos serviços. Vacinação COVID-19 Grupos Prioritários Quant. Doses 1º Dose 2º Dose Dose Única Vigente abalhadores de Saúde rede pública 120 60 60 0 Não Trabalhadores de Saúde rede privada e cuidadores domiciliar 36 18 18 Não Pessoas de 90 anos ou mais 38 19 19 Não Pessoas de 80 a 84 anos 177 89 88 Não Pessoas de 75 a 79 anos 242 122 120 Não Pessoas de 70 a 74 anos 313 166 147 Não Pessoas de 65 a 69 anos 231 209 22 Não Pessoas de 60 a 64 anos 208 208 0 Não Pessoas com comorbidades e deficiência permanente com 18 a 59 anos 319 316 3 Sim Trabalhadores da Educação 72 72 0 Sim Trabalhadores da Assistência Social 22 22 0 Sim Caminhoneiros e motoristas de transporte rodoviário 12 12 0 Sim Médico Veterinário 3 3 0 Não Pessoas de 55 a 59 anos 294 294 0 Não Pessoas de 85 a 89 anos 66 49 17 Não Trabalhadores de Limpeza Urbana 16 16 0 Não Gestantes sem Comorbidades 19 19 0 Não Gestantes com Comorbidades 10 5 5 Não Fonte Painel Covid19 ? Prefeitura de Corumbataí do Sul. A Vacinação para imunização contra o COVID-19 segue bem. No início da pandemia de COVID-19 os médicos já sabiam que órgão mais afetado no corpo humano eram os pulmões. Com o passar do tempo percebeu-se que outros órgãos também são prejudicados, entre eles o coração. Pacientes que sofreram com casos grave de COVID-19 podem desenvolver doenças cardíacas como insuficiência cardíaca, arritmias, miocardite e inflamação do músculo. O coração também é bastante afetado pelas sequelas após o paciente receber alta do tratamento contra a COVID. Já é de conhecimento dos médicos que pacientes com alta precisam manter cuidados especiais com a saúde, ficando atentos a possíveis sintomas que permaneçam após a alta, como fadiga, tosse, dores no peito, falta de ar, febre etc. ANEXO D: Assistência Farmacêutica Investimento na Assistência Farmacêutica dos municípios da 11RS dos Entes Federados no ano de 2018. Município Gasto total com a aquisição de medicamentos do CBAF utilizando a Contrapartida Federal em 2018. Gasto total com a aquisição de medicamentos do CBAF utilizando a Contrapartida Estadual em 2018. Gasto total com a aquisição de medicamentos do CBAF utilizando a Contrapartida Municipal em 2018. Gasto total com a aquisição de medicamentos que não foi realizada pelo Consórcio Paraná Saúde ou para cumprimento de ordens judiciais em 2018. Gasto total com a aquisição de medicament os para cumpriment o de ordens judiciais em 2018. Nº de usuário s do CEAF e Elenco Comple mentar da SESA Nº de usuários do CEAF e Elenco Complem entar da SESA com dispensa ção pela SMS 410655 Corumbataí do Sul R$ 24.355,81 R$ 234.461,07 R$ 299.999,93 128 122 Fonte PRI - 2018 Os Serviços Farmacêuticos é o conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva, tendo o medicamento como insumo essencial e visando acesso e seu uso racional. Este conjunto envolve a pesquisa, o desenvolvimento e a produção de medicamentos e insumos, bem como a sua seleção, programação, aquisição, distribuição, dispensação, garantia da qualidade dos produtos e serviços, acompanhamento e avaliação de sua utilização, na perspectiva da obtenção de resultados concretos e da melhoria da qualidade de vida da população, neste sentido o município de Corumbataí do Sul possui Relação Municipal de Medicamentos a qual norteia todo processo de aquisição de medicamentos. No consórcio Paraná medicamentos está concentrado o grande volume de aquisição de medicamentos para atenção primária do município. Investimento com recursos próprios dos Municípios da 11RS em complemento alimentar no ano de 2018 Município RECURSO APLICADO EM COMPLEMENTO ALIMENTAR JUDICIAL NÃO JUDICIAL 410655 Corumbataí do Sul ----- R$ 12.330,57 Fonte - Declaração Municipal A população de Corumbataí do Sul vem sofrendo grandes transformações sociais que resultaram em mudanças no seu padrão de saúde e consumo alimentar. Essas transformações acarretaram impacto na diminuição da pobreza e exclusão social e, consequentemente, da fome e desnutrição. Por outro lado, observa-se aumento vertiginoso do excesso de peso em todas as camadas da população, apontando para um novo cenário de problemas relacionados à alimentação e nutrição. ANEXO E: Gestão Total de Investimento dos Entes Federados em Média Complexidade Ambulatorial na 11RS em 2018 MUNICÍPIOS INVESTIMENTO FINANCEIRO NA MEDIA COMPLEXIDADE PELOS ENTES FEDERADOS INVESTIMENTO DE RECURSOS FINANCEIROS NA ATENÇÃO DE MEDIA COMPLEXIDADE AMBULATORIAL NO CISCOMCAM INVESTIME NTO DE RECURSO S FINANCEIR OS MUNICIPA L PROPRIO NA ATENÇÃO DE MEDIA COMPLEXI DADE AMBULAT ORIAL FORA TOTAL de Recursos Financeiro s Investidos na de Média Complexid ade AMBULAT ORIAL R$ % de Investim ento dos Municípi os com recursos Próprios em Relação aos Recurso s Federal e Estadual em Média complexi dade Numero de vezes que os Municípi os investem com recursos Próprios em Relação aos Recurso s Federal e Estadual em Média Recurs os Teto MAC R$ COMSU S - PR CUSTEI O R$ Recurso s Próprios Municip al R$ Taxa Administr ativa R$ CISCOMCA M R$ Ambulat orial complexi dade Ambulat orial Corumbataí do Sul 74.622,1 2 365.793, 41 24.012,00 441.895,49 906.323,02 92 5 A média complexidade ambulatorial é composta por ações e serviços que visam atender aos principais problemas e agravos de saúde da população, cuja complexidade da assistência na prática clínica demande a disponibilidade de profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos, para o apoio diagnóstico e tratamento. Corumbataí do Sul pelo porte populacional e pelos serviços públicos e privados disponibilizados no município não atendem a demanda da média complexidade ambulatorial necessitando transportar os munícipes para os municípios vizinhos em especial Barbosa Ferraz e Campo Mourão, Ouvidoria Municipal A Ouvidoria municipal esta disponível pelo telefone 44-3277-1153 e e-mail ouvidoria@corumbataidosul.pr.gov.br. A Ouvidoria é o setor responsável por receber reclamações, denúncias, sugestões, elogios e demais manifestações dos cidadãos quanto aos serviços e atendimentos prestados pelo SUS; tem como objetivo principal garantir e ampliar o acesso do cidadão na busca efetiva de seus direitos, atuando enquanto ferramenta de gestão e instrumento de fortalecimento do controle social. Para a melhoria da prestação dos serviços ofertados pelo SUS, o aspecto determinante a ser considerado relaciona-se à forma de atuação das Ouvidorias, que confirmam o elo entre o cidadão e a administração pública federal ao receber, examinar e encaminhar as diversas manifestações recebidas. Conselho Municipal de Saúde ? Controle Social O conselho municipal de saúde e a conferência de saúde se constituem, atualmente, nos principais espaços para o exercício da participação e do controle social na implantação e na implementação das políticas de saúde no município de Corumbataí do Sul. Atuando como mecanismos essencialmente democráticos, através deles, a sociedade se organiza para a efetiva proteção da saúde como direito de todos e dever do Estado. A amplitude do campo de atuação do conselho de saúde, além de valiosa, é extensa. Como exemplo, a instituição dos conselhos de saúde atende à exigência legal estabelecida para o repasse de recursos financeiros ao município Conforme a Lei nº 8.142/90, no segundo parágrafo, estabelece que: O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. 11 - Descrição de Programas e Projetos da União, do Estado e dos municípios. 11.1 Diretrizes, Objetivos, Programa e Projetos do Governo Federal Os Objetivos deste Plano Nacional de Saúde - (PNS 2020-2023), são: 1. Promover a ampliação e a resolutividade das ações e serviços da atenção primária de forma integrada e planejada. 2. Promover a ampliação da oferta de serviços da atenção especializada com vista à qualificação do acesso e redução das desigualdades regionais. 3. Reduzir ou controlar a ocorrência de doenças e agravos passíveis de prevenção e controle. 4. Fomentar a produção do conhecimento científico, promovendo o acesso da população às tecnologias em saúde de forma equitativa, igualitária, progressiva e sustentável. 5. Promover ações que garantam e ampliem o acesso da população a medicamentos e insumos estratégicos, com qualidade, segurança, eficácia, em tempo oportuno, promovendo seu uso racional. 6. Fortalecer a proteção, promoção e recuperação da Saúde Indígena. 7. Aperfeiçoar a gestão do SUS visando a garantia do acesso a bens e serviços de saúde equitativos e de qualidade Fonte: Plano Nacional de Saúde, Brasilia, 2020, p. 136, Disponível em: Metas e Indicadores do Governo Federal no Plano Nacional de Saúde - PNS 2020-2023 Fonte: Plano Nacional de Saúde, Brasilia, 2020, p. 137 até 144, Disponível em: Programas e Projetos do Governo Federal Saúde em Família É conjunto de iniciativas da Secretaria de Atenção Primária à Saúde para cuidar da população no ambiente em que vive. Estão incluídos os programas Saúde na Hora, Médicos pelo Brasil, Conecte SUS, Previne Brasil, entre outros programas, ações e estratégias. A Atenção Primária é o primeiro nível de atenção em saúde e se caracteriza por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte positivamente na situação de saúde das coletividades. Saúde na Hora O principal objetivo do programa é ampliar o acesso dos usuários às ações e serviços ofertados pela Atenção Primária à Saúde nos municípios e Distrito Federal. O programa também prevê: ? Mais oferta de ações de saúde em horários mais flexíveis para população; ? Ampliação da cobertura da Estratégia Saúde da Família (ESF), da Atenção Primária à Saúde (APS) e do cuidado em Saúde Bucal nos municípios e Distrito Federal; ? Fortalecimento da gestão municipal na organização da APS; ? Economia com a redução de custos em outros níveis de atenção; O que é o Programa Saúde na Hora? MINISTÉRIO DA SAÚDE 2 ? Mais recursos da União para a Atenção Primária à Saúde; ? Suporte aos municípios e Distrito Federal para o enfrentamento da emergência em saúde pública de importância internacional causada pelo novo agente do coronavírus (2019-nCoV); ? Redução de filas em unidades de pronto atendimento e emergências hospitalares. Previne Brasil O programa promove novas diretivas para o funcionamento do SUS, reformulando estratégias de gestão. Parte da distribuição dos recursos se dará com base na métrica de desempenho. Atualmente, os indicadores de saúde utilizados ultrapassam sete centenas, contudo, na prática poucos são reveladores do funcionamento de ações que implicam em adequação do serviço. A divulgação da lista de indicadores a serem adotados traz a tona a discussão de como estruturar o cuidado e como avaliar a qualidade desse cuidado Médicos pelo Brasil Programa sancionada pela Lei 13.958/2019 com a finalidade de incrementar a prestação de serviços médicos em locais de difícil provimento ou de alta vulnerabilidade e de fomentar a formação de médicos especialistas em medicina de família e comunidade, no âmbito da atenção primária à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), e autoriza o Poder Executivo federal a instituir serviço social autônomo denominado Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), outros objetivos incluem: -Promoção do acesso universal e igualitário da população às ações e serviços do SUS, especialmente nos locais de difícil provimento ou alta vulnerabilidade; -Fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) com ênfase na saúde da família e a humanização da atenção[8]; -Valorizar os médicos da atenção primária à saúde, principalmente no âmbito da saúde da família; -Desenvolver e intensificar a formação de médicos especialistas em medicina de família e comunidade e estimular a presença de médicos no SUS; -Aumentar a provisão de médicos em locais de difícil provimento ou de alta vulnerabilidade[9] (aumento do atual número de 6 mil Médicos de Família e Comunidade para cerca de 45 mil)[8]. Connect SUS O Conecte SUS Cidadão é a porta de entrada digital às informações de saúde, permitindo que o cidadão consiga, por meio de um dispositivo mobile ou por acesso web, visualizar seu histórico clínico, que atualmente apresenta as vacinas aplicadas, exames laboratoriais de COVID-19 realizados, internações, medicamentos -dispensados e ter acesso à Carteira de Vacinação Digital e ao Certificado Nacional de Vacinação Covid-19 entre outros serviços oferecidos pelo SUS. Academia da Saúde O Programa Academia da Saúde (PAS), lançado em 2011, é uma estratégia de promoção da saúde e produção do cuidado que funciona com a implantação de espaços públicos conhecidos como polos onde são ofertadas práticas de atividades físicas para população. Esses polos fazem parte da rede de Atenção Primária à Saúde e são dotados de infraestrutura, equipamentos e profissionais qualificados. Como ponto de atenção no território, complementam o cuidado integral e fortalecem as ações de promoção da saúde em articulação com outros programas e ações de saúde como a Estratégia Saúde da Família, os Núcleos Ampliados de Saúde da Família (NASF) e a Vigilância em Saúde. Brasil Sorridente O Brasil Sorridente - Política Nacional de Saúde Bucal tem modificado a vida de milhões de brasileiros por meio do acesso a serviços odontológicos de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS). Esses serviços são ofertados em Unidades de Saúde Família (USF)/Postos de Saúde, Unidades Odontológicas Móveis (UOM), Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) e hospitais. Além desses serviços, o Brasil Sorridente conta com Laboratórios Regionais de Prótese Dentária (LRPD), que colaboram com a confecção laboratorial de próteses dentárias, servindo de apoio para USF, UOM e CEO. O Brasil Sorridente tem interface com diversas ações e programas do Ministério da Saúde, como o Brasil Sorridente Indígena, Programa Saúde na Escola, Plano Nacional para Pessoas com Deficiência, Convenção de Minamata e Fluoretação das Águas de Abastecimento Público, entre outras. Além disso, o programa coopera com ações para a qualificação profissional e científica dos profissionais e para a educação em saúde da população. Consultório na Rua A estratégia Consultório na Rua foi instituída pela Política Nacional de Atenção Básica, em 2011, e visa ampliar o acesso da população em situação de rua aos serviços de saúde, ofertando, de maneira mais oportuna, atenção integral à saúde para esse grupo populacional, o qual se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. Chamamos de Consultório na Rua equipes multiprofissionais que desenvolvem ações integrais de saúde frente às necessidades dessa população. Elas devem realizar suas atividades de forma itinerante e, quando necessário, desenvolver ações em parceria com as equipes das Unidades Básicas de Saúde do território. Ressalta-se que a responsabilidade pela atenção à saúde da população em situação de rua como de qualquer outro cidadão é de todo e qualquer profissional do Sistema Único de Saúde, mesmo que ele não seja componente de uma equipe de Consultório na Rua (eCR). Desta forma, em municípios ou áreas em que não haja eCR, a atenção deverá ser prestada pelas demais modalidades de equipes da Atenção Básica. É importante destacar, ainda, que o cuidado em saúde da população em situação de rua deverá incluir os profissionais de Saúde Bucal e os Nasf do território onde essas pessoas estão concentradas. As equipes dos Consultórios na Rua podem ser organizadas em três modalidades : As equipes podem se organizar nas seguintes modalidades: Modalidade I: equipe formada minimamente por 4 (quatro) profissionais, entre os quais 2 (dois) destes obrigatoriamente deverão estar conforme a letra A (descrição acima) e os demais entre aqueles descritos nas letras A e B; Modalidade II ? equipe formada minimamente por 6 (seis) profissionais, entre os quais 3 (três) destes obrigatoriamente deverão estar conforme a letra A (descrição acima) e os demais entre aqueles descritos nas letras A e B; Modalidade III ? equipe da Modalidade II acrescida de um profissional médico. Estratégia Saúde da Família e-SUS Atenção Primária O e-SUS Atenção Primária (e-SUS APS) é uma estratégia para reestruturar as informações da Atenção Primária em nível nacional. Esta ação está alinhada com a proposta mais geral de reestruturação dos Sistemas de Informação em Saúde do Ministério da Saúde, entendendo que a qualificação da gestão da informação é fundamental para ampliar a qualidade no atendimento à população. NASF O Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB) foi criado pelo Ministério da Saúde em 2008 com o objetivo de apoiar a consolidação da Atenção Básica no Brasil, ampliando as ofertas de saúde na rede de serviços, assim como a resolutividade, a abrangência e o alvo das ações. Atualmente regulamentados pela Portaria de Consolidação nº 2, os núcleos configuram-se como equipes multiprofissionais que atuam de forma integrada com as equipes de Saúde da Família (eSF), as equipes de Atenção Básica para populações específicas (consultórios na rua, equipes ribeirinhas e fluviais) e com o Programa Academia da Saúde. Esta atuação integrada permite realizar discussões de casos clínicos; o atendimento compartilhado entre profissionais, tanto na Unidade de Saúde como nas visitas domiciliares e possibilita a construção conjunta de projetos terapêuticos de forma a ampliar e qualificar as intervenções no território e na saúde de grupos populacionais. Essas ações de saúde também podem ser intersetoriais, com foco prioritário nas ações de prevenção e promoção da saúde. NutriSUS Lançada oficialmente em março de 2015, a Estratégia de Fortificação da Alimentação Infantil com Micronutrientes (vitaminas e minerais) em Pó ? NutriSUS consiste na adição de uma mistura de vitaminas e minerais em pó em uma das refeições diárias oferecidas às crianças de 06-48 meses de idade. Os micronutrientes em pó são embalados individualmente na forma de sachês (1g). A Estratégia NutriSUS ocorre por meio de dois ciclos de fortificação planejados dentro de um ano letivo em creches públicas ou conveniadas ao poder público. Um ciclo é executado no primeiro semestre do ano e outro ciclo no segundo semestre do ano com um intervalo de 3 a 4 meses entre eles. Adiciona-se um sachê de 1g, diariamente por 60 dias (de segunda a sexta-feira), em uma das refeições da criança até finalizar o ciclo de 60 sachês. Em seguida, é realizada uma pausa na administração de 3 a 4 meses. Após esse período, inicia-se outro ciclo de 60 dias, seguindo essa sequência até a criança completar 48 meses de idade. PMAQ O PMAQ-AB tem como objetivo incentivar os gestores e as equipes a melhorar a qualidade dos serviços de saúde oferecidos aos cidadãos do território. Para isso, propõe um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde. O programa eleva o repasse de recursos do incentivo federal para os municípios participantes que atingirem melhora no padrão de qualidade no atendimento. O programa foi lançado em 2011 e agora, em 2015, inicia seu 3º ciclo com a participação de todas as equipes de saúde da Atenção Básica (Saúde da Família e Parametrizada), incluindo as equipes de Saúde Bucal, Núcleos de Apoio à Saúde da Família e Centros de Especialidades Odontológicas que se encontrem em conformidade com a PNAB. Políticas de Promoção da Equidade em Saúde Práticas Integrativas e Complementares As Políticas de Promoção da Equidade em Saúde são formadas por um conjunto de programas e ações governamentais de saúde, no âmbito do SUS, pensados para promover o respeito à diversidade e garantir o atendimento integral a populações em situação de vulnerabilidade e desigualdade social. Por ser a principal porta de entrada no SUS, cabe também à Atenção Primária à Saúde (APS) ser espaço de fomento à implementação de políticas e ações intersetoriais de promoção da equidade em saúde, acolhendo e articulando as demandas de grupos em situação de iniquidade no acesso e na assistência à saúde. Prevenção e Controle dos Agravos Nutricionais O Brasil tem vivenciado uma peculiar e rápida transição nutricional: de um país que apresentava altas taxas de desnutrição, na década de 1970, passou a ser um país com metade da população adulta com excesso de peso, em 2008. No entanto, os avanços são desiguais. Ainda persistem altas prevalências de desnutrição crônica em grupos vulneráveis da população, como entre as crianças indígenas, quilombolas, residentes na região norte do País e aquelas pertencentes às famílias beneficiárias dos programas de transferência de renda, afetando principalmente crianças e mulheres que vivem em bolsões de pobreza. A melhoria ao acesso à saúde e à renda da população deveria ter impactado no avanço dos indicadores relativos à deficiência de micronutrientes, mas as pesquisas apontam a persistência das deficiências de ferro e vitamina A. Também se observa o ressurgimento de casos de Beribéri (deficiência de vitamina B1 ou tiamina) em alguns Estados brasileiros e o desajuste do consumo de iodo por adultos, proveniente do consumo excessivo do sal de cozinha iodado. Programa Bolsa Família na Saúde O Programa Bolsa Família (PBF) é um programa federal de transferência de renda para famílias em situação de pobreza (famílias com renda entre R$89 a R$178 por pessoa) ou de extrema pobreza (famílias com renda de até R$89 por pessoa). O Programa tem a finalidade de promover acesso aos direitos sociais básicos e romper com o ciclo intergeracional da pobreza. O PBF é concedido às pessoas por meio de auxílio financeiro vinculado ao cumprimento de compromissos na Saúde, Educação e Assistência Social, esses compromissos são chamados de condicionalidades. As famílias em situação de pobreza e extrema pobreza podem ter maior dificuldade de acesso e de frequência aos serviços de Saúde. Nesse contexto, o objetivo das condicionalidades do Programa é garantir a oferta das ações básicas, e potencializar a melhoria da qualidade de vida da população mais vulnerável contribuindo para a sua inclusão social. Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A No Brasil, a deficiência de vitamina A é um problema de saúde pública moderado, sobretudo, na Região Nordeste e em alguns locais da Região Sudeste e Norte. A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher (PNDS-2006) traçou o perfil das crianças menores de cinco anos. Nesta pesquisa, foram observados níveis inadequados de vitamina A em 17,4% das crianças, sendo as maiores prevalências encontradas no Nordeste (19,0%) e Sudeste (21,6%) do País. Evidências científicas referentes ao impacto da suplementação com vitamina A em crianças de 6 a 59 meses de idade apontam para redução do risco global de morte em 24%, de mortalidade por diarreia em 28% e mortalidade por todas as causas, em crianças HIV positivo, em 45%. Diante desse impacto positivo, a Organização Mundial da Saúde recomenda a administração de suplementos de vitamina A para prevenir a carência, a xeroftalmia e a cegueira de origem nutricional em crianças de 6 a 59 meses. Ressalta ainda que a suplementação profilática de vitamina A deve fazer parte de um conjunto de estratégias para melhoria da ingestão desse nutriente, portanto associado à diversificação da alimentação. Promoção da Saúde e da Alimentação Adequada e Saudável A promoção da saúde consiste num conjunto de estratégias focadas na melhoria da qualidade de vida dos indivíduos e coletividades. Pode se materializar por meio de políticas, estratégias, ações e intervenções no meio com objetivo de atuar sobre os condicionantes e determinantes sociais de saúde, de forma intersetorial e com participação popular, favorecendo escolhas saudáveis por parte dos indivíduos e coletividades no território onde residem, estudam, trabalham, entre outros. As ações de promoção da saúde são potencializadas por meio da articulação dos diferentes setores da saúde, além da articulação com outros setores. Essas articulações promovem a efetividade e sustentabilidade das ações ao longo do tempo, melhorando as condições de saúde das populações e dos territórios A Promoção da Alimentação Adequada e Saudável (PAAS) tem por objetivo apoiar Estados e municípios brasileiros no desenvolvimento da promoção e proteção à saúde da população, possibilitando um pleno potencial de crescimento e desenvolvimento humano, com qualidade de vida e cidadania. Além disso, reflete a preocupação com a prevenção e com o cuidado integral dos agravos relacionados à alimentação e nutrição como a prevenção das carências nutricionais específicas, desnutrição e contribui para a redução da prevalência do sobrepeso e obesidade e das doenças crônicas não transmissíveis, além de contemplar necessidades alimentares especiais tais como doença falciforme, hipertensão, diabetes, câncer, doença celíaca, entre outras. Requalifica UBS O Requalifica UBS é uma das estratégias do Ministério da Saúde para a estruturação e o fortalecimento da Atenção Básica. Por meio do programa, o MS propõe uma estrutura física das unidades básicas de saúde - acolhedoras e dentro dos melhores padrões de qualidade - que facilite a mudança das práticas das equipes de Saúde. Instituído em 2011, o programa tem como objetivo criar incentivo financeiro para a reforma, ampliação e construção de UBS, provendo condições adequadas para o trabalho em saúde, promovendo melhoria do acesso e da qualidade da atenção básica. Envolve também ações que visam à informatização dos serviços e a qualificação da atenção à saúde desenvolvida pelos profissionais da equipe. Tanto a adesão ao programa quanto o registro do andamento das obras são realizados pelo SISMOB (Sistema de Monitoramento de Obras), ferramenta que possibilita ao gestor maior controle sobre o andamento das obras e, com os registros em dia, garante a continuidade dos repasses realizados pelo Ministério da Saúde. Rede Cegonha É uma estratégia do Ministério da Saúde que visa implementar uma rede de cuidados para assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como assegurar às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis. Esta estratégia tem a finalidade de estruturar e organizar a atenção à saúde materno-infantil no País e será implantada, gradativamente, em todo o território nacional, iniciando sua implantação respeitando o critério epidemiológico, taxa de mortalidade infantil e razão mortalidade materna e densidade populacional. Saúde na Escola (PSE) O Programa Saúde na Escola (PSE), política intersetorial da Saúde e da Educação, foi instituído em 2007 pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007. As políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira se unem para promover saúde e educação integral. A intersetorialidade das redes públicas de saúde e de educação e das demais redes sociais para o desenvolvimento das ações do PSE implica mais do que ofertas de serviços num mesmo território, pois deve propiciar a sustentabilidade das ações a partir da conformação de redes de corresponsabilidade. A articulação entre Escola e Atenção Primária à Saúde é a base do Programa Saúde na Escola. O PSE é uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras. Sistema Prisional Um dos problemas fundamentais para a efetivação de políticas públicas voltadas à saúde das pessoas privadas de liberdade é a superação das dificuldades impostas pela própria condição de confinamento, que dificulta o acesso às ações e serviços de saúde de forma integral e efetiva. A consequência econômica e social dessa desconformidade implicou, por parte do governo federal, a elaboração e pactuação de uma política que considerasse, primariamente, o princípio do acesso universal e igualitário às ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde das pessoas privadas de liberdade. Assim, sob essa ótica, o Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), instituída pela Portaria Interministerial nº 1, de 2 de janeiro de 2014, com o objetivo de ampliar as ações de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) para a população privada de liberdade, fazendo com que cada unidade básica de saúde prisional passasse a ser visualizada como ponto de atenção da Rede de Atenção à Saúde. Unidade Básica de Saúde Fluvial (UBSF) As Unidades Básicas de Saúde Fluviais (UBSF) são embarcações que comportam Equipes de Saúde da Família Fluviais (ESFF), providas com a ambiência, mobiliário e equipamentos necessários para atender à população ribeirinha da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão) e Pantanal Sul Mato-Grossense. Elas buscam responder às especificidades dessas regiões, garantindo o cuidado às suas populações como previsto na Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). Vigilância Alimentar e Nutricional A avaliação contínua do perfil alimentar e nutricional da população e seus fatores determinantes compõe a Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN). Recomenda-se que nos serviços de saúde seja realizada avaliação de consumo alimentar e antropometria de indivíduos de todas as fases da vida (crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes) e que estas observações possam ser avaliadas de forma integrada com informações provenientes de outras fontes de informação, como pesquisas, inquéritos e outros Sistemas de Informações em Saúde (SIS) disponíveis no SUS. Para exercer a Vigilância Alimentar e Nutricional ampliada é importante a adoção de diferentes estratégias de vigilância epidemiológica, como inquéritos populacionais, chamadas nutricionais, produção científica, com destaque para a VAN nos serviços de saúde. Estas estratégias juntas irão produzir um conjunto de indicadores de saúde e nutrição que deverão orientar a formulação de políticas públicas e também das ações locais de atenção nutricional. Saúde com a gente O objeto desta estratégia constitui-se na abertura do processo de adesão do Distrito Federal, dos estados e dos municípios ao Programa Saúde com Agente, que ofertará o Curso Técnico de Agente Comunitário de Saúde e o Curso Técnico de Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias. Diretrizes, Objetivos, Programa e Projetos do Governo do Estado do Paraná Diretrizes do Plano Estadual de Saúde do Paraná, PES 2020-2023 Diretriz 1 - Qualificação da gestão em Saúde Objetivo 1: Qualificar o processo de gestão do financiamento em saúde Objetivo 2: Fortalecer instâncias de pactuação intergestores bipartite do SUS. Objetivo 3: Implantar e ampliar os serviços em tecnologia da informação e comunicação. Objetivo 4: Fortalecer as instâncias de regulação de acesso aos serviços contratualizados. Objetivo 5: Fortalecer o sistema estadual de auditoria, avaliação e monitoramento Diretriz 2 - Fortalecimento da Rede de Atenção a Saúde do Paraná Objetivo 1: Fortalecer as ações de promoção da saúde com foco nos temas prioritários da política nacional de promoção da saúde (PNPS). Objetivo 2: Fortalecer a atenção primária à saúde como coordenadora do cuidado e ordenadora da rede de atenção à saúde. Objetivo 3: Fortalecer a linha de cuidado em saúde bucal. Objetivo 4: Ampliar o acesso das mulheres às ações de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e colo de útero. Objetivo 5: Qualificar e ampliar a linha de cuidado à saúde da mulher e atenção materno-infantil Objetivo 6: Implementar a linha de cuidado em saúde mental na rede de atenção à saúde Objetivo 7: Implementar a linha de cuidado à pessoa com deficiência. Objetivo 8: Implementar a linha de cuidado do idoso. Objetivo 9: Promover o cuidado integral e humanizado às pessoas em situação de violência, com foco na atenção, promoção e cuidado em saúde. Objetivo 10: Promover a oferta de leite humano para todas as crianças internadas em unidades de tratamento intensivo e cuidados intermediários, para atenção integral e continuada. Objetivo 11: Qualificar o cuidado à criança e ao adolescente, ampliando o acesso aos serviços de saúde na perspectiva da integralidade e intersetorialidade das ações. Objetivo 12: Promover a equidade em saúde no SUS a todas as populações vulneráveis do Paraná. Objetivo 13: Proporcionar acesso e assistência qualificada em tempo oportuno às pessoas em situação de urgência em todo o território do Paraná. Objetivo 14: Fortalecer a assistência farmacêutica no Paraná. Objetivo 15: Qualificar os ambulatórios multiprofissionais especializados, contribuindo para a regionalização das ações e serviços de saúde. Objetivo 16: Garantir o acesso da população em tempo oportuno aos serviços de saúde. Objetivo 17: Fortalecer a gestão dos serviços próprios assistenciais. Objetivo 18: Fortalecer a assistência hemoterápica para o SUS. Diretriz 3 - Qualificação da Vigilância em Saúde Objetivo 1: Qualificar as ações de atenção e vigilância em saúde. Objetivo 2: Identificar e monitorar, com base na análise de situação de saúde e na avaliação de risco, os determinantes e condicionantes de doenças e agravos. Objetivo 3: Monitorar em conjunto com os municípios os agravos de interesse em saúde pública que sofrem influência do meio ambiente e os fatores ambientais, propondo medidas de intervenção para prevenção e controle. Objetivo 4: Implementar ações de gerenciamento do risco sanitário e agravos à saúde decorrentes da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de saúde e de interesse à saúde. Objetivo 5: Fortalecer a saúde do trabalhador como uma ação transversal do SUS. Objetivo 6: Retomar a capacidade produtiva e de pesquisa do CPPI. Diretriz 4 - Fortalecimento da Gestão do Trabalho e Educação Permanente em Saúde Objetivo 1: Qualificar a gestão de pessoas da SESA/PR. Objetivo 2: Fortalecer a educação permanente em saúde e os processos de construção e disseminação do conhecimento voltados às necessidades do SUS do Paraná. Diretriz 5 - Fortalecimento do Controle Social no SUS Objetivo 1: Deliberar e fiscalizar os instrumentos de gestão orçamentária e de gestão do SUS Objetivo 2: Fortalecer e melhorar a qualificação dos conselheiros de saúde Objetivo 3: Fortalecer as ouvidorias do SUS e desenvolver estratégias para que se efetivem como um instrumento de gestão e cidadania. Objetivo 4: Avaliar os serviços do SUS contratualizados com a SESA Fonte: Plano Estadual de Saúde, Paraná, 2020, p. 160 até 186, Disponível em: Linhas de Cuidado Prioritária no Plano Estadual de Saúde do Paraná - PES 2020-2023 Linha de Cuidado à Saúde da Mulher e Atenção Materno-Infantil Atualmente, verifica-se o decréscimo da taxa de fecundidade. No recorte de cor/ raça, por exemplo, entre as mulheres brancas do Paraná, a taxa de fecundidade é de 1,7 filhos/mil mulheres. Já entre as mulheres negras, a taxa se eleva para 2,2 filhos/mil mulheres. Igualmente, a taxa é maior entre as mulheres que vivem em domicílios rurais (2,38) do que entre aquelas em domicílios urbanos (1,87). Constata-se, ainda, o crescimento da fecundidade entre as mulheres mais jovens, com destaque para as mulheres de 15-19 anos, por se tratar de fecundidade adolescente. A Atenção Materno-Infantil está implantada nos 399 municípios do estado e tem como finalidade a organização da atenção e assistência nas ações do pré-natal, parto e puerpério, bem como o acompanhamento do crescimento e do desenvolvimento das crianças, em especial no primeiro ano de vida. As ações fundamentais para a organização dos processos de atenção são: o acolhimento precoce das gestantes no pré-natal; a realização de, no mínimo, sete consultas de pré-natal; a realização de exames nos três trimestres gestacionais; a estratificação de risco com a vinculação da gestante ao hospital de referência; o atendimento em ambulatório especializado para as gestantes e crianças de risco; e o processo de capacitação de profissionais de saúde. Nesse contexto, a carteira da gestante e a Linha Guia e Cadernos de Atenção à Saúde são norteadores das ações, configurando uma proposta de assistência pautada em boas práticas e em evidência científica, desde o pré-natal ao puerpério. Destaca-se o PLANO ESTADUAL DE SAÚDE | 2020 - 2023 114 desafio de diminuição das taxas de cesárea no estado, que se encontram acima de 60% nos últimos oito anos, configurando um efeito deletério para a saúde materno-infantil. A estratificação de risco de todas as gestantes e crianças é o elemento orientador para a organização da atenção em seus diversos níveis. A atenção especializada oferece atendimento por equipe multidisciplinar para a gestante e a criança estratificadas como de alto risco ou de risco intermediário. O atendimento pode estar localizado em um ambulatório do Hospital de Referência à Gestante de Alto Risco e Risco Intermediário e/ou nos Consórcios Intermunicipais de Saúde. Linha de Cuidado à Saúde da Criança e do Adolescente A Linha de Cuidado à Saúde da Criança e do Adolescente visa ao cuidado integral do nascimento até os 19 anos de idade, sendo priorizada a primeira infância, com enfoque para os primeiros 1.000 dias de vida e para as populações mais vulneráveis. Os primeiros anos de vida são extremamente importantes e referem-se ao período da concepção até os dois anos de idade. Trata-se da janela de oportunidades, que pode mudar o futuro da criança, tanto em questões emocionais, intelectuais e sociais quanto em aspectos biológicos (metabolismo, crescimento e desenvolvimento) (ANDRADE et al., 2016). De acordo com o Marco Legal da Primeira infância (BRASIL, 2016a) e o art. 7º do Estatuto da Criança e do Adolescente (BRASIL, 1990a), é garantido o acesso integral à saúde da criança por intermédio do SUS para qualquer espécie de serviço, devendo este ser concedido ao público infantil com absoluta prioridade. A estratificação das crianças de acordo com o grau de risco em: alto risco, risco intermediário e risco habitual tem o objetivo de garantir cuidado adequado às crianças com maior probabilidade de adoecer ou morrer no primeiro ano de vida. PLANO ESTADUAL DE SAÚDE | 2020 - 2023 115 As crianças estratificadas como alto risco e risco intermediário são encaminhadas ao serviço de referência, mas também deverão manter seguimento com a equipe da UBS mediante interface com o serviço referenciado. Linha de Cuidado à Saúde do Idoso Para enfrentar os desafios demográficos, o Paraná vem desenvolvendo estratégia inovadora, coordenada pela APS, centrada na pessoa e fundamentada na promoção e na manutenção da capacidade funcional dos idosos pela prevenção, pela identificação precoce e pelo manejo da fragilidade multidimensional por equipe multidisciplinar integrada, tendo como processo de trabalho a Avaliação Multidimensional do Idoso e Plano de Cuidado compartilhado. Para o rastreio de idosos frágeis no domicílio e estratificação do risco na APS, inicialmente, foram usados, respectivamente, os instrumentos VES-13 (MAIA et al., 2012) e Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional 20 (IVCF-20) (MORAES et al., 2016). A Linha de cuidado vem sendo aprimorada e progressivamente implantada em todo o estado. Atualmente, deve ser utilizado apenas o instrumento IVCF-20 nos domicílios e nos níveis primário e secundário de atenção. PLANO ESTADUAL DE SAÚDE | 2020 - 2023 117 Por se tratar de mudança de paradigma do cuidado, os resultados dependem de extenso programa de capacitação profissional, que vem sendo realizado por meio de eventos presenciais e à distância. Em razão da escassez de profissionais de referência para a área do envelhecimento, especialistas estão sendo incluídos na AAE, gerenciadas pelos Consórcios Intermunicipais de Saúde. Linha de Cuidado às Condições Crônicas A SESA adotou o Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MACC) desde 2014, a fim de melhorar a resolutividade do atendimento aos usuários. A estratificação de risco é uma das bases desse modelo, onde a população é estratificada em diferentes níveis para ser atendida no ponto de atenção adequado. No MACC existem cinco níveis de intervenção, os quais vão desde a promoção da saúde até a gestão das condições crônicas complexas, conforme mostra a Figura: MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS Linha de Cuidado à Saúde da Pessoa com Deficiência A Linha de Cuidado à Pessoa com Deficiência foi instituída em 2016 por meio da Resolução SESA n° 144/2016 e tem como objetivo promover o cuidado integral à pessoa com deficiência física, auditiva, intelectual, visual, ostomias ou múltiplas deficiências, temporárias ou permanentes, progressivas ou estáveis, intermitentes ou contínuas. Estima-se que, entre os tipos de deficiência, a população residente no Paraná apresenta em sua maioria deficiência visual, seguida por deficiência motora, e esta por deficiência auditiva. Linha de Cuidado em Saúde Mental A SESA realizou o processo de planejamento estratégico da Linha de Cuidado à Saúde Mental, no qual foram definidas as competências dos pontos de atenção por nível de complexidade e de outros pontos que ofertam cuidado em saúde mental de outras políticas públicas e de organização comunitária. Foram elaborados instrumentos para auxiliar no processo de trabalho das equipes, destacandose a estratificação de risco, o plano de cuidados e a programação para a APS, os quais foram inseridos no processo de qualificação profissional promovido pela SESA. PLANO ESTADUAL DE SAÚDE | 2020 - 2023 121 Um dos grandes avanços nesse processo foi o investimento de recursos financeiros próprios do estado em serviços não hospitalares, com incentivo financeiro para o NASF e para o Serviço Integrado de Saúde Mental do Paraná (SIMPR). Visando ao desenvolvimento de ações em saúde mental na Atenção Primária, foi instituído o Incentivo Financeiro de Custeio da Rede de Saúde Mental (NASF), que estabelece a inclusão de, no mínimo, um profissional de saúde mental na composição das equipes NASF. A importância dessa proposta decorre do fato de abranger municípios que não contam com serviços especializados em saúde mental, possibilitando a melhoria do acesso e da qualidade da atenção ofertada aos usuários, auxiliando no fortalecimento do cuidado à saúde mental na Atenção Primária. Linha de Cuidado à Saúde Bucal A Linha de Cuidado à Saúde Bucal desenvolve ações visando atender aos 399 municípios do estado, que contam com equipamentos e profissionais para seu desenvolvimento. Na APS, as ações são desenvolvidas pelas equipes de saúde bucal, organizadas ou não, por meio da ESF, responsável pelas ações de promoção à saúde, prevenção e controle das doenças bucais e reabilitação do usuário. A Atenção Ambulatorial Especializada e Hospitalar em saúde bucal está associada à consolidação da Política Estadual de Saúde Bucal. Os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) são pontos de Atenção Ambulatorial Especializada funcionando como um sistema de referência regulado, com base territorial estabelecida, os quais complementam as ações realizadas pela APS. Atualmente, existem 51 CEOs ? 11 deles encontram-se dentro de AAE gerenciados pelo CIS e 3 estão vinculados a universidades estaduais (Maringá, Londrina e Cascavel), cobrindo várias regiões de saúde ?, além de 95 Laboratórios Regionais de Prótese Dentária. Fonte: Plano Estadual de Saúde, Paraná, 2020, p. 111 até 123, Disponível em: 11.3 Diretrizes, Objetivos, Programa e Projetos do Municipal Atenção Primária municipal. A atenção primária em saúde em nosso município visa ser a modalidade de atenção e de serviço de saúde com o mais elevado grau de descentralização e capilaridade, cuja participação no cuidado se faz sempre necessária, por sermos um município pequeno trabalhamos com a capilaridade a nosso favor, possuímos duas unidades de saúde no município as quais concentram todos os serviços disponíveis. Trabalhamos com o conceito de resolutividade: identificando os riscos, necessidades e demandas de saúde, utilizando e articulando o cuidado individual e coletivo, por meio de uma clínica ampliada capaz de construir vínculos positivos e intervenções clínica e sanitariamente efetivas, na perspectiva de ampliação dos graus de autonomia dos indivíduos e grupos sociais. Na Coordenar o cuidado, buscamos elaborar, acompanhar e gerir projetos terapêuticos singulares, bem como acompanhar e organizar o fluxo dos usuários entre os pontos de atenção das RAS. Atuando como o centro de comunicação entre os diversos pontos de atenção responsabilizando-se pelo cuidado dos usuários em qualquer destes pontos através de uma relação horizontal, contínua e integrada com o objetivo de produzir a gestão compartilhada da atenção integral. Articulando também as outras estruturas das redes de saúde e intersetoriais, públicas, comunitárias e sociais. Para isso, temos implementado ferramentas e dispositivos de gestão do cuidado, tais como: gestão das listas de espera (encaminhamentos para consultas especializadas, procedimentos e exames), prontuário eletrônico em rede (sistema de informatizado nas UBS), protocolos de atenção organizados sob a lógica de linhas de cuidado. Para ordenar as redes de atenção a saúde buscamos reconhecer as necessidades de saúde da população em nosso território, organizando as necessidades desta população em relação aos outros pontos de atenção à saúde, contribuindo para que a programação dos serviços de saúde parta das necessidades de saúde dos usuários. Vigilância em Saúde Municipal A vigilância em saúde tem por objetivo a observação e análise permanentes da situação de saúde da população, articulando-se em um conjunto de ações destinadas a controlar determinantes, riscos e danos à saúde de populações que vivem em determinados territórios, garantindo-se a integralidade da atenção, o que inclui tanto a abordagem individual como coletiva dos problemas de saúde. Os componentes da vigilância em saúde: São as ações de vigilância, promoção, prevenção e controle de doenças e agravos à saúde, devendo-se constituir em espaço de articulação de conhecimentos e técnicas. O conceito de vigilância em saúde inclui: a vigilância e o controle das doenças transmissíveis; a vigilância das doenças e agravos não transmissíveis; a vigilância da situação de saúde, vigilância ambiental em saúde, vigilância da saúde do trabalhador e a vigilância sanitária. As ações da VISA estão cotidianamente inserida em todos os níveis de atenção da saúde. A partir de suas específicas ferramentas as equipes de saúde da atenção primária podem desenvolver habilidades de programação e planejamento, de maneira a organizar os serviços com ações programadas de atenção à saúde das pessoas, aumentando-se o acesso da população a diferentes atividades e ações de saúde Assistência farmacêutica Municipal A assistência farmacêutica municipal integra as diretrizes da Política Nacional de Medicamentos, trata-se de uma das atividades prioritárias da assistência à saúde no SUS, por sua importância para a efetividade das demais ações e programas de saúde. Neste sentido, o medicamento desempenha papel fundamental, sendo difícil que outro fator possua, isoladamente, no âmbito do SUS, tamanho impacto sobre a capacidade resolutiva dos problemas relacionados às questões da saúde. Portanto, pode-se considerar que o medicamento é um insumo essencial para a melhoria das condições de saúde da população. A concepção apresentada no Ciclo da AF de articulação entre as atividades técnicas e operacionais serve de base para a orientação desenvolvida no presente documento. Figura - Ciclo da Assistência Farmacêutica Essa estrutura deve respeitar as características de cada município, como perfis epidemiológico, geográfico, social e econômico, sobretudo aquelas relacionadas à área de saúde. Conhecer a realidade do município é imprescindível, por isso realizamos um levantamento atualizado do perfil epidemiológico municipal apontando os principais problemas de saúde de nosso município. Atenção Urgência e Emergência / Atenção hospitalar Nosso município possui uma Unidade Básica de Saúde que realiza atendimentos em urgência e emergência possuindo leitos de observação, esta unidade é ponto de atenção da rede para encaminhamentos aos centros de maior complexidade, como hospital municipal de Barbosa Ferraz, Hospital Santa Casa de Campo Mourão são os principais pontos para o atendimento as urgências. Possui ainda frota de transporte sanitário composto por ambulâncias e veículos baixos que garantem condições sanitárias adequadas aos deslocamentos eletivo e de urgência, com objetivo estruturar os fluxos e contra fluxos destes atendimentos. Nosso município é consorciado ao SAMU 192 o qual no garante atendimento qualificado nas situações de urgência e Emergência, este serviço é regulado por um complexo regulador com médico 24h. Gestão, controle social e Investimento Controle Social Uma das principais funções do conselho municipal de saúde de Corumbataí do sul é a de participar da elaboração e controle da execução da política pública da saúde, o Conselho Municipal de Saúde possui ainda seguintes responsabilidades definidas por lei: Avaliar a produção da saúde; Monitorar a execução das ações na área da saúde; Participar da formulação das metas para a área da saúde; Reunir-se ao menos uma vez por mês; Acompanhar a aplicação dos recursos da saúde. Desta forma, o controle social exercido pelo conselho de saúde não se limita apenas a acompanhar a assistência médica individual oferecida à população. Cada um dos quatro segmentos que integram obrigatoriamente o Conselho de Saúde (Usuários, Prestadores de Serviços, Profissionais e Governo), são naturalmente defensores das reivindicações específicas do segmento e dos associados das entidades, que por sua vez, foram criadas para dirigir a conquista dessas reivindicações. O funcionamento dos Conselhos de Saúde foi revelando que a simples soma das reivindicações e "direitos" de cada segmento, entidade e instituição, não é a mesma coisa que a realização das diretrizes da eqüidade e universalidade, através de metas e etapas concretas e realistas. Nem os recursos públicos crescem segundo a simples soma dos direitos e reivindicações de todos os segmentos e entidades. Gestão da Saúde È dever do gestor municipal responsabilizar-se pela garantia do direito à saúde significa que o gestor do SUS possui a autoridade sanitária em cada esfera de governo, capaz de agir pautado por princípios éticos ? políticos - educativos orientados pela Lei Orgânica da Saúde, quais sejam: a universalidade, a integralidade e a equidade. Trata-se de cumprir um dos direitos fundamentais da Constituição Federal de 1988 (CF/88), o direito à saúde que se ancora na luta da sociedade brasileira pela Reforma Sanitária, na década de 80, do século XX, cujo legado consistiu em atender o anseio popular de justiça social. Como autoridade sanitária, o gestor assume uma responsabilidade pública de agir na garantia da continuidade e consolidação de políticas de saúde de acordo com as diretrizes constitucionais e legais do SUS, e que, portanto, não se encerra no período de um governo. Praticar a responsabilidade coletiva significa dizer que Ser Gestor (a) do SUS, exige um agir político de mediação e diálogo permanente, com participação do dirigente e sua equipe da secretaria municipal de saúde nas instâncias de decisão e de negociação, já existentes no arcabouço jurídico normativo do SUS. Diretrizes e Objetivos do Plano Municipal de Saúde 2022-2025 Diretriz 1- Fortalecimento da Atenção Primária Objetivo 1 - Fortalecer a Linha de Cuidado à Saúde da Mulher e Atenção Materno-Infantil Objetivo 2 - Fortalecer a Linha de Cuidado à Saúde da Criança e do Adolescente Objetivo 3 - Fortalecer a Linha de Cuidado à Saúde do Idoso Objetivo 4 - Fortalecer a Linha de Cuidado as Condições Crônicas Objetivo 5 - Fortalecer a Linha de Cuidado da Pessoa com Deficiência Objetivo 6 - Fortalecer a Linha de Cuidado em Saúde Mental Objetivo 7 - Fortalecer a Linha de Cuidado em Saúde Bucal Diretriz 2- Fortalecimento da Atenção Secundária Objetivo 1 - Fortalecer a Atenção Secundária Objetivo 2 - Fortalecer da atenção secundária no Enfrentamento ao COVID19 Diretriz 3- Fortalecimento da Assistência Farmacêutica Objetivo 1 - Fortalecer a Assistência Farmacêutica Diretriz 4- Fortalecimento da Vigilância em Saúde Objetivo 1 - Fortalecer a Vigilância em Saúde Diretriz 5- Fortalecimento da Gestão da Saúde Objetivo 1 - Fortalecer a Gestão do SUS Municipal Objetivo 2 - Fortalecer da Gestão no Enfrentamento ao COVID19 Monitoramento e Avaliação do Plano Municipal de Saúde de Corumbataí do Sul 2022-2025 O Monitoramento do PMS 2022-2025 tem a finalidade de contribuir com a tomada de decisão dos técnicos e gestores da Saúde além de garantir transparência por meio da prestação de contas das políticas púbicas para Conselho Municipal de Saúde, Poder Legislativo e Sociedade. De forma articulada e integrada os instrumentos e os sistemas de gestão do SUS será avaliado conforme Artigo 36 da Lei Complementar 141/2012, sem prejuízo a outros dispositivos, num período de 4 meses, Maio, Setembro e Fevereiro será elaborar dos Relatório Quadrimestral, e no mês de março de cada ano será confeccionado o Relatório Anual de Gestão. Outros instrumentos de Avaliação serão sempre implementados em cada programa pactuado e apresentado nas programações anuais de Saúde e Relatório Anual e Quadrimestrais de Saúde. 12 - Quadro de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores de Saúde para 2022-2025 Neste item, são apresentados as Diretrizes, Objetivos Metas e Indicadores do Município de Corumbataí do Sul para os próximos quatro anos 2022-2025, os quais estão alinhados com o Plano Plurianual 2022-2025. Para cada Objetivo são apresentadas metas quadrienais, as quais serão anualizadas nas Programações Anuais de Saúde. Diretriz Fortalecimento da Atenção Primária Objetivo 1 Fortalecer a Linha de Cuidado à Saúde da Mulher e Atenção Materno-Infantil Descrição da Meta Indicador para monitorament o e avaliação da meta Indicador (Linha-Base) Meta Plano(20 22-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Valor Ano Unidad e de Medida Captação da Gestante até o 3 mês de gestação Número de gestantes inseridas no e- sus até o 3 mês de gestação 100 2020 % 100 % 100 100 100 100 Realização de 6 ou mais consultas de pré natal durante a gestação Número de consultas de pré natal realizada 98 2020 % 100 % 100 100 100 100 Estratificação de risco da gestante Número de gestante com risco gestacional estratificado 100 2020 % 100 % 100 100 100 100 Garantia de exames inerentes a rotina gestacional do primeiro, segundo e terceiro trimestre, conforme linha guia materno infantil do estado do Paraná Número de gestantes com Exames complementare s de rotina realizados para acompanhamen to gestacional 100 2020 % 100 % 100 100 100 100 Visita puerperal na primeira semana pós parto Número de visitas de puerpério realizada 100 2020 % 100 % 100 100 100 100 Garantia de acesso a hospital de referência ao parto conforme estratificação de risco Número de gestantes vinculadas ao hospital de referência 100 2020 % 100 % 100 100 100 100 Garantia de transporte sanitário eletivo as gestantes de risco habitual, intermediário e alto risco Número de gestante que utilizaram o transporte eletivo - - % 100 % 100 100 100 100 Redução da Mortalidade Materna Número de óbito materno 0 2020 Número 0 Número 100 100 100 100 Redução de óbito infantil Número de óbitos infantis 0 2020 Número 0 Número 100 100 100 100 Promoção e Prevenção a Saúde da Mulher e da Criança Número de reuniões para gestantes 0 2020 Número 16 Número 4 4 4 4 acesso das mulheres a informações sobre meios contraceptivos e planejamento familiar Número de famílias acompanhadas no planejamento familiar 100 % 100 100 100 100 Promover a atenção para mulheres com casos de violência doméstica e sexual Número de notificação de violência doméstica ou sexual a mulher 0 Número 0 0 0 0 Oferecer atendimentos a todas as mulheres que sofreram violência sexual, como tratamentos preventivos de DST e AIDS Número de mulheres atendidas para tratamento de de DST, AIDS - - 100 % 100 100 100 100 Controle do câncer de útero Número de exame preventivo realizado na população de 25 a 64 anos 0,8 Razão 0,5 0,6 0,7 0,8 Controle do Câncer de Mama Número de exame de mamografia de rastreamento realizado na população de 50 a 69 anos 0,7 Razão 0,5 0,6 0,7 0,7 Educação permanente Número de capacitações realizadas 12 Número 3 3 3 3 Diretriz Fortalecimento da Atenção Primária Objetivo 2 Fortalecer a Linha de Cuidado à Saúde da Criança e do Adolescente Descrição da Meta Indicador para monitoramento e Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 Unidade de Meta Prevista avaliação da meta 2-2025) Medida 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Ampliar o acolhimento a crianças, adolescentes e famílias com foco no desenvolviment o das crianças e adolescente Número de famílias acompanhadas 100% da demanda % 100 100 100 100 Ampliar atendimento a crianças, adolescentes e famílias Número de crianças e adolescentes atendidos 100% da demanda % 100 100 100 100 Manutenção da rede de notificação de violência Número de notificação de violência em crianças e adolescentes 0 Númer o 0 0 0 0 Manutenção da promoção e prevenção a saúde individual, coletiva e intersetorial Número de atividade de educativas realizadas 40 Númer o 10 10 10 10 Ampliação da imunização Cobertura vacinal para crianças e adolescente 100 % 100 100 100 100 Fortalecimento do serviço de diagnóstico e recuperação número de crianças e adolescente atendidos na atenção secundária 100 % 100 100 100 100 Diretriz Fortalecimento da Atenção Primária Objetivo 3 Fortalecer a Linha de Cuidado à Saúde do Idoso Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementar da atenção domiciliar Número de reuniões de matricialmente 16 Numer o 4 4 4 4 Garantir Equipe muntidiciplinar para atendimento a pessoa idosa Número de atendimentos realizado por mês - - - 100% % 100 100 100 100 Implementar a Promoção e Prevenção a Saúde do idoso Número de internações sensíveis a atenção primária 16 Númer o 4 4 4 4 Implantar a estratificação de risco do idoso Número de UBS que realizam a estratificação de risco do idoso 100 % 100 100 100 100 Fortalecimento do serviço de diagnóstico e recuperação número de idosos atendidos na atenção secundária 100 % 100 100 100 100 Ampliar cobertura vacinal do idoso Cobertura vacinal dos idosos contra Gripe 100 % 100 100 100 100 Manutenção da rede de notificação de violência Número de Unidades de Saúde que notificam Violência contra idosos 100 % 100 100 100 100 Diretriz Fortalecimento da Atenção Primária Objetivo 4 Fortalecer a Linha de Cuidado as Condições Crônicas Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Promover Promoção e Prevenção as doenças crônicas Numero de atividades de promoção e prevenção realizadas 12 Númer o 3 3 3 3 Implantar a estratificação de Risco do crônico Hipertenso e diabético Número de estratificações de risco para diabético e hipertenso realizadas 100 % 100 100 100 100 Atendimento multiprofissiona l Numero de atendimento de especialidades realizados por: médico clinico, nutricionista, farmacêutico e enfermagem 100 % 100 100 100 100 Garantir atendimento rede de atenção secundária Numero de atendimentos realizados no AME para pacientes crônicos graves 100 % 100 100 100 100 Implantação de plano de cuidado ao paciente crônico numero de pacientes crônicos com plano de cuidado 100 % 100 100 100 100 Garantir tratamento medicamentoso Plano de cuidado por paciente 100 % 100 100 100 100 Diretriz 1 Fortalecimento da Atenção Primária Objetivo 5 Fortalecer a Linha de Cuidado da Pessoa com Deficiência Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementar a estratificação de Risco do paciente com deficiência Numero de estratificações de risco para diabético e hipertenso realizadas 100 % 100 100 100 100 Implementar ações de promoção e prevenção Numero de atividades de promoção e prevenção realizadas com a família 100 % 100 100 100 100 Implementação do atendimento na atenção secundária (deficiência física) Pacientes atendidos na Fag Centro de Reabilitação - - - 100 % 100 100 100 100 Implementação do atendimento na atenção secundária (deficiência Pacientes atendidos na CAC centro auditivo de cascavel - - - 100 % 100 100 100 100 Auditiva) Implementação do atendimento na atenção secundária (Serviço de OPM) Pacientes atendidos na CAC centro auditivo de cascavel - - - 100 % 100 100 100 100 Implementação do atendimento na atenção secundária (saúde Bucal) Pacientes atendidos na CEO III Unioeste - - - 100 % 100 100 100 100 Diretriz 1 Fortalecimento da Atenção Primária Objetivo 6 Fortalecer a Linha de Cuidado em Saúde Mental Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementar ações de promoção e prevenção Numero de atividades de promoção e prevenção realizadas com a família 100 % 100 100 100 100 Promover a inserção de uma equipe multiprofissiona l Numero de Equipe Multidisciplinar criada 1 Numer o 1 1 1 1 implementar o controle do tratamento realizado pelos pacientes psiquiátricos Número de pacientes atendidos na atenção primária 100 % 100 100 100 100 Implementar as medicações psiquiátricas Número de pacientes com Plano de cuidado 100 % 100 100 100 100 Garantir referência para tratamento na atenção secundária e terciária Número de estabelecimento de referência na atenção secundária 1 Numer o 1 1 1 1 Diretriz 1 Fortalecimento da Atenção Primária Objetivo 7 Fortalecer a Linha de Cuidado em Saúde Bucal Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementar ações Promoção e Proteção de Saúde Número de ações de promoção e proteção realizadas 100 % 100 100 100 100 Implementação do acesso e acolhimento na atenção primária Numero de pacientes atendidos na atenção primária 100 % 100 100 100 100 Implementação do atendimento na atenção secundária Número de estabelecimento de referência para atenção secundária em saúde bucal 1 Númer o 1 1 1 1 Implementação da rede urgência e emergência em saúde bucal Número de estabelecimento de referência para atenção UE em saúde bucal 1 Númer o 1 1 1 1 Diretriz Fortalecimento da Atenção Primária Objetivo 8 Fortalecer o Enfrentamento ao COVID19 Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Garantir atendimento continuado ao paciente suspeito ou confirmado para COVID19 Número de pacientes atendidos nas UBS 100 % 100 100 100 100 Diretriz 2 Fortalecimento da Atenção Secundária Objetivo 1 Fortalecer a Atenção Secundária Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementação das ações do Consórcio CIOSP atendimentos realizados no CISCOMCAM 100 % 100 100 100 100 Implementação das ações do Consórcio SAMU atendimentos realizados no SAMU 100 % 100 100 100 100 Implementação das ações do Consórcio Paraná Medicamentos Número de Lotes adquiridos no Paraná medicamentos 12 Númer o 3 3 3 3 Implementar dos serviços do Pronto atendimento Municipal atendimentos realizados no PA 100% % 100 100 100 100 Diretriz Fortalecimento da Atenção Secundária Objetivo 2 Fortalecer da atenção secundária no Enfrentamento ao COVID19 Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementar a integralidade do cuidado do paciente suspeito/confir mado COVID19 Numero de pacientes atendidos na referencia hospitalar - - - 100 % 100 100 100 100 Diretriz 3 Fortalecimento da Assistência Farmacêutica Objetivo Fortalecer a Assistência Farmacêutica Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementar a programação de medicamentos Número de Remume Elaborada 1 Númer o 1 1 1 1 Implementação do controle de armazenamento e distribuição de medicamentos Número de Sistema de controle informatizado 1 Númer o 1 1 1 1 Implementação da Educação em saúde na assistência farmacêutica Número de ações de educação permanente realizada 12 Numer o 3 3 3 3 Implementação do investimento em assistência Farmacêutica Numero de contrato firmado no consórcio paraná medicamentos 1 Numer o 1 1 1 1 Implementação do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Número de Remume Elaborada 1 Numer o 1 1 1 1 Implementação do Componente especial da Assistência Farmacêutica Número de Remume Elaborada 1 Numer o 1 1 1 1 Implementar a assistência farmacêutica nas linhas de cuidado da saúde Número de linhas de cuidado integradas 7 Númer o 7 7 7 7 Implementação de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas Protocolos incorporados 100 % 100 100 100 100 Implementação da promoção prevenção e educação permanente Número de capacitações realizadas 100 % 100 100 100 100 Diretriz 4 Fortalecimento da Vigilância em Saúde Objetivo Fortalecer a Vigilância em Saúde Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementação da Vigilância epidemiológica com foco: Arboviroses, DNC, COVID19 , inteligência de dados e Número de Ações desenvolvidas 100 % 100 100 100 100 imunização Implementação da Vigilância Ambiental com foco na qualidade da água, agrotóxico e vetores Ações desenvolvidas 100 % 100 100 100 100 Implementação da Vigilância Sanitária, com foco na inspeção, atividade do setor regulado e Zoonoses Ações desenvolvidas 100 % 100 100 100 100 Implementação da Vigilância da Promoção de Saúde com foco na Cultura de Paz, desenvolviment o sustentável e educação em saúde. Ações desenvolvidas 100 % 100 100 100 100 Implementação da educação permanente em saúde Numero de capacitações realizadas 12 Númer o 3 3 3 3 Implementação de saúde do trabalhador Número de capacitações realizadas 12 Númer o 3 3 3 3 Diretriz 5 Fortalecimento da Gestão da Saúde Objetivo 1 Fortalecer a Gestão do SUS Municipal Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementação do Sistema de informação da Saúde (Sistema de informação, próprio, CNES, SINAN, SIA, SIM, SINASC, SISAGUA, SIEVISA, SINASC, SIPNI, ESUS, digisus ) Sistemas informados 100 % 100 100 100 100 Implementação do Financiamento em Saúde Mínimo R$ aplicado em Saúde 15 % 15 15 15 15 Implementação do processo de regionalização da saúde com foco (garantia dos fluxos de Referência na atenção secundária 100 % 100 100 100 100 referência e contra- referência aos serviços especializados, de apoio diagnóstico e terapêutico, ambulatorial e hospitalar) Fortalecimento do Controle Social com foco (monitoramento , avaliação e participação popular ) Número de reuniões realizadas 48 Númer o 12 12 12 12 Implementação da educação em Saúde Número de capacitações realizadas 12 Númer o 3 3 3 3 Implementação da ouvidoria Número de demandas atendidas 100 % 100 100 100 100 Implementação do Controle, regulação, avaliação, monitoramento e auditoria municipal Ciclo de regulação implantado 100 % 100 100 100 100 Implementação do acesso à saúde com o fortalecimento das redes de atenção à saúde Adesão das redes de atenção a saúde 100 % 100 100 100 100 Diretriz 5 Fortalecimento da Gestão Objetivo 2 Fortalecer da Gestão no Enfrentamento ao COVID19 Descrição da Meta Indicador para monitoramento e avaliação da meta Indicador (Linha- Base) Meta Plano(202 2-2025) Unidade de Medida Meta Prevista 202 2 202 3 202 4 202 5 Val or A n o Unidade de Medida Implementar Segurança do Usuário do SUS. Garantir condições e proteção ao usuário do SUS para acesso aos serviços de saúde levando em consideração grupos de risco para COVID-19 Número de pacientes atendidos nas UBS --- % 100 100 100 100 125